Uma tartaruga-marinha ficou presa em uma rede de pesca e mobilizou atletas durante um treino de remo na Baía Sul, em Florianópolis (SC), nesta segunda-feira (4). O animal estava com a rede enrolada no pescoço e, por isso, enfrentava dificuldade para respirar. Após a ação conjunta, o grupo libertou a tartaruga e a devolveu ao mar.
Resgate chama atenção durante treino
O caso aconteceu enquanto a atleta paralímpica Marcela Teixeira treinava ao lado do atleta olímpico Pedro Duarte. Assim que perceberam a movimentação incomum, eles se aproximaram e identificaram o animal preso.
Diante da situação, Pedro entrou no mar para iniciar o resgate. Ao mesmo tempo, Marcela procurou ferramentas para cortar a rede e agilizar a ação.
Ação conjunta garantiu a soltura
Além deles, outros atletas que estavam na água também ajudaram. Em seguida, um treinador de outra equipe e o pescador responsável pela rede se uniram ao grupo.
Com autorização do pescador, os envolvidos cortaram a rede e retiraram o material do pescoço da tartaruga. Dessa forma, eles conseguiram concluir o resgate com segurança.
Perigo comum para tartarugas
Esse tipo de situação ocorre com frequência no mar. Isso porque tartarugas marinhas precisam subir à superfície para respirar e, quando ficam presas, correm risco de afogamento.
Por isso, especialistas recomendam que resgates contem, sempre que possível, com apoio de órgãos ambientais especializados.
O que ainda não se sabe
Até o momento, não há identificação da espécie da tartaruga. Além disso, não há informações sobre o estado de saúde do animal após a soltura.
Também não há confirmação sobre acionamento de órgãos ambientais durante o resgate. Por fim, o tempo total da operação não foi divulgado.
Perguntas e respostas
O resgate ocorreu na Baía Sul, em Florianópolis (SC), durante treino de remo.
Eles identificaram o animal, entraram no mar e cortaram a rede com autorização do pescador.
Sim. A rede pode impedir que ela suba para respirar, causando risco de afogamento.



