Um passageiro desceu de um ônibus para furtar um celular e voltou ao veículo logo em seguida, na noite de domingo (3), no Setor P, em Ceilândia, no Distrito Federal. A ação chamou atenção pela rapidez e ocorreu em menos de 30 segundos. O caso veio à tona após a empresa Marechal analisar as imagens internas do ônibus. Segundo a companhia, o celular foi localizado, embora não haja informação sobre quem estava com o aparelho no momento da verificação.
Ação rápida chama atenção
Toda a movimentação aconteceu em poucos segundos. O passageiro deixou o ônibus, cometeu o furto e retornou ao transporte, que seguiu viagem normalmente. A dinâmica da ocorrência reforça a agilidade do suspeito. Ainda assim, a identidade dele não foi divulgada até o momento.
Empresa identifica celular e toma medidas
Após o ocorrido, a empresa responsável pelo coletivo revisou as câmeras internas. Com isso, conseguiu localizar o aparelho furtado. Além disso, a Marechal informou que o motorista sofrerá penalidade de demissão por má conduta. A empresa também encaminhará as imagens e o celular à polícia para investigação.
Vítima recupera aparelho no dia seguinte
A vítima relatou que recuperou o celular na segunda-feira (4), um dia após o furto. Apesar disso, não há detalhes sobre como ocorreu a devolução. As autoridades devem analisar o material enviado para esclarecer o caso e identificar possíveis responsabilidades.
O que diz a lei sobre esse tipo de crime
De acordo com a legislação brasileira, pegar um objeto que pertence a outra pessoa, mesmo que pareça abandonado, configura crime. Essa prática se enquadra como apropriação de coisa achada, prevista no artigo 169 do Código Penal.
Perguntas e respostas:
Um passageiro desceu do ônibus, furtou um celular e, em seguida, voltou ao veículo em menos de 30 segundos.
Sim. A vítima informou que recuperou o aparelho no dia seguinte; além disso, a empresa localizou o celular nas imagens internas.
Sim. Pela lei, pegar algo de outra pessoa, mesmo que pareça abandonado, é crime; ou seja, trata-se de apropriação de coisa achada, prevista no artigo 169 do Código Penal.




