A Polícia Civil de Mato Grosso incinerou, nesta última quarta-feira (12), 2,3 toneladas de entorpecentes apreendidos durante operações realizadas pelas forças de segurança em Rondonópolis e região. A destruição ocorreu em uma empresa privada, com autorização judicial e rígido controle de segurança.
A Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (Derf) coordenou a ação, que eliminou maconha e pasta base de cocaína vinculadas a inquéritos e termos circunstanciados já concluídos. Os agentes transportaram as drogas, supervisionaram a queima e garantiram que nenhum resíduo retornasse à sociedade.
Polícia Civil endurece combate ao tráfico
A incineração simboliza o avanço da repressão ao tráfico de drogas no estado. O delegado Fábio Nahas destacou o papel estratégico da operação. “Eliminamos as drogas, garantimos o destino legal do material e reforçamos nosso compromisso com a segurança da população”, afirmou.
A Polícia Civil seguiu protocolos definidos pela legislação e contou com a presença de representantes do Ministério Público, fiscais da vigilância sanitária e agentes da Polícia Militar, que acompanharam cada etapa do processo. A supervisão garantiu transparência e conformidade legal.
Operações conjuntas resultam em apreensões recordes no estado
As forças de segurança do estado intensificaram as ações em corredores estratégicos usados por organizações criminosas, como a BR-163. A integração entre Polícia Civil, Polícia Militar, PRF, Polícia Federal e Força Tática gerou apreensões expressivas nos últimos meses.
Perguntas frequentes
As autoridades armazenam o material em locais controlados e, após autorização judicial, incineram tudo em operações monitoradas.
As empresas oferecem fornos industriais capazes de atingir temperaturas altas o suficiente para destruir completamente os entorpecentes.
Sim. A destruição impede que o material retorne ao mercado ilegal e gera prejuízo direto às organizações criminosas.



