Uma pancadaria generalizada tomou conta da recepção da Santa Casa de Cuiabá na noite deste último domingo, 17 de maio, por volta das 19h. Pacientes e acompanhantes trocaram agressões físicas dentro da unidade e provocaram correria, gritos e tensão no setor de atendimento.
Vídeos registrados no local mostram homens e mulheres se empurrando, discutindo e tentando agredir uns aos outros diante de dezenas de pessoas. Algumas testemunhas correram para escapar da confusão. Outras tentaram separar os envolvidos durante o tumulto.
A direção da Santa Casa ainda não confirmou o número de participantes da briga nem informou se alguém sofreu ferimentos. As autoridades também não divulgaram a motivação do confronto até o momento.
Vídeos mostram tumulto
As imagens revelam uma pancadaria com pacientes e acompanhantes em frente ao hospital. Pessoas cercaram os envolvidos enquanto funcionários e pacientes tentavam manter distância das agressões.
Testemunhas relataram medo e insegurança durante a confusão. Pacientes que aguardavam atendimento deixaram o local às pressas para evitar contato com os agressores. O episódio aumentou a preocupação sobre a segurança dentro das unidades públicas de saúde em Mato Grosso.
A Santa Casa ainda não informou se a equipe de segurança acionou a Polícia Militar durante o episódio. Também não confirmou se as câmeras internas registraram toda a ocorrência.
Polícia deve investigar envolvidos na confusão
A Polícia Civil deve investigar o caso com base em imagens de segurança, vídeos divulgados nas redes sociais e depoimentos de testemunhas. Os investigadores poderão identificar os participantes da pancadaria nos próximos dias.
Dependendo da gravidade das agressões, os envolvidos podem responder por crimes como lesão corporal, ameaça, vias de fato, dano ao patrimônio e perturbação da ordem pública, conforme prevê o Código Penal Brasileiro.
Discussões familiares, demora no atendimento e desentendimentos pessoais costumam provocar confusões em unidades de saúde.
Sim. A polícia pode prender envolvidos em flagrante dependendo da gravidade da agressão.
Sim. Unidades de saúde acionam a Polícia Militar quando há risco para pacientes, funcionários ou acompanhantes.





