Uma quantidade grande de peixes mortos atingiu o Manguezal do Itacorubi, em Florianópolis (SC), na manhã desta quarta-feira (22/4). Milhares de animais apareceram sem vida, em um cenário descrito como uma tragédia ambiental. O caso chamou atenção pela quantidade de peixes mortos e pelo impacto direto no ecossistema local. A principal suspeita aponta para a falta de oxigênio na água, o que pode ter provocado a asfixia das espécies.
Falta de oxigênio preocupa especialistas
De acordo com o biólogo Paulo Horta, o nível reduzido de oxigênio é um fator determinante para esse tipo de ocorrência. Além disso, ele alerta que o problema não ocorre de forma isolada. Segundo o especialista, diferentes fatores ambientais contribuem para esse desequilíbrio. Por isso, episódios como esse tendem a se tornar mais frequentes se não houver intervenção.
Poluição e calor agravam o cenário
Ainda conforme a análise, a combinação entre poluição costeira e altas temperaturas intensifica os impactos no manguezal. Ao mesmo tempo, as mudanças climáticas ampliam esse efeito. Esse cenário favorece a proliferação de algas nocivas. Como resultado, a água se torna tóxica e compromete a sobrevivência das espécies aquáticas.
Medidas urgentes são necessárias
Diante da situação, o biólogo reforça a necessidade de ações imediatas. Entre elas, ele destaca a importância do saneamento básico para reduzir a poluição. Além disso, recomenda a retirada dos peixes mortos. Caso contrário, o apodrecimento pode agravar ainda mais a contaminação da água. Até o momento, não há informações sobre medidas adotadas por autoridades ou o número exato de animais afetados.
Perguntas e respostas:
A principal suspeita é a falta de oxigênio na água.
O caso ocorreu no Manguezal do Itacorubi, em Florianópolis.
Elas tornam a água tóxica e dificultam a sobrevivência dos peixes.



