Mulher é agredida ao recusar cobrança irregular de estacionamento em frente ao Grande Templo de Cuiabá; Veja vídeo

Vídeo

Uma mulher, fiel da Assembleia de Deus, viveu momentos de tensão na noite deste sábado (14), em Cuiabá. Ela estacionou o carro em uma vaga pública na avenida do CPA, em frente ao Senac e nas proximidades do Grande Templo, quando foi surpreendida por um homem que cobrava pelo espaço.

Segundo relato, o suspeito usava jaleco laranja e se apresentava como funcionário do Senac. Ele abordava motoristas que participavam do culto e exigia pagamento pelo estacionamento. A via é pública e não possui cobrança oficial.

A mulher se recusou a pagar. Para se resguardar, ela gravou um vídeo informando que deixaria o veículo no local e que possuía registro caso algo acontecesse. A atitude irritou o homem, que portava uma maquininha de cartão.

Cobrança irregular em via pública chama atenção

A prática de cobrar por vagas em vias públicas sem autorização é ilegal. Apenas órgãos municipais ou empresas credenciadas podem regulamentar estacionamento rotativo. No caso, não havia qualquer sinalização que indicasse cobrança oficial.

Testemunhas afirmam que o suspeito agia com aparência de legitimidade, o que pode ter confundido outros motoristas. O uso de uniforme e equipamento eletrônico reforçava a falsa impressão de serviço regular.

Agressão e fuga após chegada da polícia

Após a recusa, o homem partiu para agressão. A vítima acionou uma viatura da Polícia Militar que passava pelo local. Ao perceber a aproximação dos agentes, o suspeito fugiu antes da abordagem.

A mulher não informou a extensão das lesões, mas registrou o ocorrido. O caso deve ser apurado para identificar o agressor e evitar novas situações semelhantes.

Segurança de fiéis preocupa frequentadores

O episódio gerou preocupação entre membros da igreja. A movimentação intensa durante os cultos pode facilitar abordagens indevidas. Frequentadores pedem reforço na segurança da região.

Perguntas e respostas

O estacionamento era oficial?

Não. A via é pública e não tinha cobrança regulamentada.

O suspeito foi preso?

Não. Ele fugiu antes da abordagem policial.

A vítima registrou provas?

Sim. Ela gravou vídeo antes da agressão.




Karolina silva

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