Veja como é a mansão de luxo alvo da operação que apura suposta fraude bilionária de ICMS; Veja vídeo

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Uma mansão localizada em um condomínio de alto padrão de Campinas, no interior de São Paulo, tornou-se um dos principais alvos da Operação Distrato, deflagrada nesta quarta-feira (15). A ação investiga um suposto esquema bilionário de sonegação de impostos e cumpriu dezenas de mandados de busca e apreensão em São Paulo e no Paraná. O nome do proprietário do imóvel não foi divulgado pelas autoridades.

A operação é coordenada pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira/SP) e reúne integrantes do Ministério Público de São Paulo (MPSP), auditores fiscais, procuradores do Estado, além de policiais civis e militares. Imagens obtidas durante a ação mostram a chegada das equipes ao condomínio e o cumprimento dos mandados na residência.

Mansão chamou atenção durante a operação

As imagens registram a fachada do imóvel, que possui duas estátuas de leões na entrada.

No interior da residência, também aparecem obras de arte e ambientes de alto padrão.

A Polícia não informou quem é o proprietário do imóvel nem qual seria sua relação com a investigação.

Investigação apura suposto esquema tributário

Segundo as investigações, escritórios de advocacia e empresas de consultoria ofereciam a empresários paulistas uma forma de reduzir o pagamento de ICMS.

Conforme o Ministério Público, os investigados comercializavam supostos créditos tributários com desconto e alegavam que as operações eram autorizadas pela Secretaria da Fazenda.

As autoridades apuram a legalidade dessas transações.

Mandados foram cumpridos em dois estados

A Operação Distrato cumpre 38 mandados de busca e apreensão.

Além da capital paulista, a ação ocorre em Campinas, Jundiaí, Ribeirão Preto, Londrina e Cambé.

As diligências contam com a participação de diferentes órgãos de investigação e fiscalização.

Segundo os investigadores, o objetivo da operação é reunir provas para esclarecer o funcionamento do suposto esquema e identificar todos os envolvidos. Até o momento, as autoridades não divulgaram estimativas oficiais sobre o prejuízo aos cofres públicos nem informaram se houve prisões relacionadas à operação. As investigações continuam e novos desdobramentos poderão ocorrer conforme o avanço da análise do material apreendido.

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