Um funcionário de 38 anos furtou R$ 1 mil do caixa de uma distribuidora no bairro Nova Várzea Grande, em Várzea Grande, e acabou denunciado pela própria patroa nesta segunda-feira (16). A empresária, de 48 anos, procurou a Polícia Militar de Mato Grosso após analisar imagens das câmeras de segurança do estabelecimento.
Empresária instala câmera após suspeitas
A dona da distribuidora decidiu instalar um equipamento de monitoramento dentro do comércio após suspeitar de desvios no caixa. Ela percebeu divergências frequentes no fechamento diário e identificou diferenças nos valores registrados nas vendas. Diante das inconsistências, resolveu agir rapidamente para confirmar o que estava acontecendo.
As imagens gravadas no dia 5 de fevereiro mostram o momento em que o funcionário atende um cliente, recebe o pagamento em dinheiro e, em vez de colocar a quantia no caixa, guarda as notas no próprio bolso. A gravação indica que o valor desviado chegou a R$ 1 mil. A empresária analisou o material e constatou que a ação ocorreu de forma discreta, durante o expediente normal.
Denúncia formalizada
Após confirmar o furto por meio das imagens, a empresária reuniu todas as provas e procurou a delegacia para registrar a ocorrência. A polícia recebeu o material e abriu procedimento para investigar o caso. O suspeito poderá responder por furto, conforme prevê o Código Penal.
Até o momento, a vítima não informou se conseguiu recuperar o valor desviado. A polícia deve ouvir o funcionário, colher depoimentos e analisar oficialmente as gravações antes de concluir o inquérito.
Caso serve de alerta
O episódio reforça a importância do monitoramento interno em estabelecimentos comerciais. Sistemas de câmeras ajudam empresários a identificar irregularidades, prevenir prejuízos financeiros e reunir provas em caso de crime. Especialistas também recomendam auditorias frequentes e controle rigoroso de caixa para evitar novas ocorrências.
Perguntas e respostas
A própria proprietária da distribuidora.
Por meio das câmeras de segurança instaladas no local.
Cerca de R$ 1 mil, segundo a denúncia.


