Um ciclista foi flagrado pedalando muito próximo à traseira de uma carreta, colocando a própria vida em risco e gerando preocupação entre motoristas que passavam pelo local.
O caso aconteceu na tarde de sábado (4/4), na movimentada Rodovia Washington Luís, em São Carlos, SP, uma via com grande fluxo de veículos pesados e trânsito intenso.
O vídeo mostra o ciclista aproveitando o “vácuo” do veículo, prática conhecida como “rabeira”, que reduz o esforço físico, mas aumenta significativamente o perigo de acidentes graves, podendo resultar em ferimentos sérios ou até fatais.
Foto/ Vídeo: @scdrones_ | @myhoodbr
A conduta é extremamente arriscada e aumenta muito o risco de acidentes graves. Apesar de reduzir o esforço físico, a manobra é considerada perigosa e proibida por lei, podendo gerar punições e complicações legais para o ciclista.
Perigo à vista
O ciclista aproveitou o vácuo da carreta, reduzindo a resistência do ar e facilitando o pedalar. No entanto, qualquer movimento inesperado do caminhão, como freadas ou desvios, poderia causar um acidente grave e colocar em risco a vida de outras pessoas na via.
Infração de trânsito
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, andar colado a veículos pesados caracteriza infração. Além do risco de acidentes, o ciclista pode receber multa, pontos na carteira e outras penalidades previstas pela lei, mostrando que práticas arriscadas têm consequências legais sérias.
Exemplo a não ser seguido
Especialistas em trânsito alertam que a “rabeira” não deve ser praticada, pois mesmo ciclistas experientes podem se machucar seriamente. A prática é considerada irresponsável e coloca em risco tanto o condutor da bicicleta quanto outros motoristas.
Perguntas e respostas:
É quando o ciclista pedala colado a veículos grandes para aproveitar o vácuo e gastar menos energia.
Risco alto de acidentes graves, incluindo colisões fatais, caso o veículo à frente freie ou desvie.
Usando ciclovias, ajustando marchas da bicicleta e mantendo distância segura de veículos.
Evitar buzinar de forma agressiva, manter distância e, se possível, alertar autoridades de trânsito sobre o perigo.







