A Unimed Cuiabá ampliou o uso de exames de imagem e tecnologias avançadas para identificar e controlar o glaucoma em Mato Grosso. A doença representa a principal causa de cegueira irreversível no mundo e atinge principalmente pessoas acima dos 40 anos. Equipamentos modernos permitem que médicos detectem alterações oculares antes da perda severa da visão.
A cooperativa utiliza exames de alta precisão, como a Tomografia de Coerência Óptica (OCT) do nervo óptico. O procedimento identifica danos iniciais nas fibras nervosas e auxilia oftalmologistas na definição rápida do tratamento. A rede também oferece exames de campo visual e monitoramento da pressão intraocular.
“A Inteligência Artificial auxilia a oftalmologia moderna na análise de exames de imagem e aumenta a capacidade de identificar alterações precoces no nervo óptico”, explicou a oftalmologista da Unimed Cuiabá, Lorena Galhardo.
Unimed Cuiabá investe em cirurgias minimamente invasivas
A Unimed Cuiabá também ampliou o acesso a tratamentos modernos contra o glaucoma. Além dos colírios hipotensores, os pacientes realizam procedimentos a laser e cirurgias minimamente invasivas, conforme avaliação clínica e cobertura assistencial.
Os métodos modernos reduzem a pressão ocular com menos riscos e recuperação mais rápida. As técnicas ainda ampliam o controle da doença e ajudam a preservar a visão dos pacientes diagnosticados precocemente.
Especialistas alertam que o glaucoma evolui silenciosamente. A doença compromete primeiro a visão periférica. Muitos pacientes só percebem alterações quando o nervo óptico já apresenta danos irreversíveis.
Glaucoma afeta milhões de brasileiros sem diagnóstico
O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) estima que cerca de um milhão de brasileiros convivam com glaucoma. Aproximadamente 70% ainda não receberam diagnóstico conclusivo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) projeta mais de 111 milhões de casos no mundo até 2040.
O glaucoma provoca lesões progressivas no nervo óptico, responsável por transmitir imagens ao cérebro. A pressão intraocular elevada aparece como principal fator de risco, mas médicos reforçam que somente exames especializados confirmam a doença.






