“Tô até arrepiado”: vela acesa surge boiando em rio durante buscas por menino de 6 anos; veja vídeo

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Um momento de forte emoção marcou as buscas por um menino de 6 anos desaparecido no Rio Cubatão, em Santo Amaro da Imperatriz, em Santa Catarina. Um voluntário que participava dos trabalhos encontrou uma vela acesa boiando sobre as águas dentro de um pequeno recipiente, acompanhado de uma bandeira do Divino Espírito Santo. Ao perceber do que se tratava, ele reagiu emocionado: “Tô até arrepiado”.

A vela não chegou ao rio por acaso. Moradores colocaram o objeto na água seguindo uma antiga tradição popular preservada em comunidades do interior catarinense. A crença acabou se somando à mobilização das equipes e voluntários que procuram duas pessoas desaparecidas na região.

Tradição popular chama atenção durante buscas

Segundo o costume, quando uma pessoa desaparece em um rio, moradores acendem uma vela e a colocam dentro de uma gamela, bacia ou pequeno recipiente antes de soltá-la na correnteza.

A crença popular sustenta que o objeto pode parar próximo ao ponto onde estaria a pessoa desaparecida. No caso registrado durante as buscas, uma bandeira do Divino Espírito Santo também acompanhava a vela.

O episódio chamou a atenção principalmente porque a chama continuava acesa enquanto o pequeno recipiente seguia pelas águas do Rio Cubatão.

Menino desapareceu enquanto estava com outra criança

O garoto de 6 anos desapareceu na manhã de segunda-feira (17), nas proximidades do bairro Fabrício. Conforme as informações disponíveis, ele estava acompanhado de outra criança, de 12 anos, e os dois davam banho em um cachorro quando a correnteza surpreendeu o menino.

Ele acabou submergindo e não foi mais localizado.

Nesta quarta-feira (19), a operação chegou ao terceiro dia. Quinze bombeiros participavam dos trabalhos, que também mobilizaram cão de busca, dois drones, duas embarcações, caiaques e equipamento de sonar.

As equipes já percorreram mais de oito quilômetros do rio.

Bombeiros procuram outro desaparecido

No mesmo trecho do Rio Cubatão, os bombeiros também realizam buscas por Odir Coelho, de 59 anos. Ele desapareceu igualmente na segunda-feira (17).

Apesar da coincidência de local e data, segundo a corporação, não existe ligação direta entre os dois desaparecimentos.

Até as informações mais recentes apresentadas, nem o menino de 6 anos nem Odir haviam sido encontrados, enquanto bombeiros e voluntários permaneciam mobilizados nas buscas.

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