Sete homens invadiram uma propriedade rural e acabaram presos na manhã de sexta-feira (24), em Nossa Senhora do Livramento, a 35 quilômetros de Cuiabá. A Polícia Militar realizou as prisões após denúncia feita pela dona da área, uma idosa de 72 anos.
A mulher informou aos policiais que cerca de 60 pessoas ocupavam o terreno de forma irregular. Após receber a denúncia, equipes do Grupo de Apoio seguiram imediatamente para a propriedade e iniciaram a verificação no local.
Os policiais encontraram vários indivíduos espalhados pela área. Parte do grupo carregava foices e enxadas, fato que reforçou a suspeita de tentativa de ocupação da fazenda.
PM prende suspeitos e leva grupo para delegacia
Os militares prenderam sete homens em flagrante. Os detidos têm entre 32 e 57 anos. A equipe informou os direitos constitucionais aos suspeitos e conduziu todos para a Delegacia da Polícia Civil de Várzea Grande.
A Polícia Civil registrou a ocorrência e abriu os procedimentos legais. Os investigadores agora analisam a participação de outras pessoas que estavam na área no momento da ação policial.
A Polícia Militar informou que ninguém ficou ferido durante a operação. Os agentes controlaram a ocorrência sem confronto e mantiveram a segurança no local.
Polícia Civil investiga liderança e organização do grupo
Os investigadores devem ouvir a proprietária, os presos e outras pessoas encontradas no terreno. A apuração também deve buscar documentos, imagens e vídeos que esclareçam como o grupo entrou na fazenda.
A polícia quer identificar quem organizou a ação, quem convocou os participantes e se houve divisão de tarefas entre os envolvidos. Os agentes também devem apurar a origem das ferramentas encontradas no imóvel.
As autoridades ainda não informaram se existe disputa judicial anterior envolvendo a posse da propriedade rural.
Sim. A lei pode punir invasão de imóvel com multa, prisão ou outras sanções, conforme o caso.
A polícia verifica a denúncia, preserva a ordem e encaminha envolvidos para investigação.
A denúncia pode ser feita pelos telefones 190, 197, 181 ou em delegacias locais.




