A Polícia Civil identificou o corpo encontrado na noite de sexta-feira (24), dentro de uma represa no bairro Parque do Lago, em Várzea Grande, como Douglas Alves da Silva, de 35 anos. A DHPP conduz o caso como homicídio.
Familiares compareceram ao local e reconheceram Douglas. A perícia ainda concluirá a identificação oficial. Segundo apuração inicial, Douglas saiu recentemente do sistema prisional e apareceu pela última vez no bairro Tijucal, em Cuiabá.
A investigação considera que Douglas desapareceu no dia 20 de abril. A polícia agora concentra esforços para reconstruir os últimos passos da vítima e identificar possíveis envolvidos.
Moradores encontraram corpo perto da represa
Um grupo de pessoas seguia para um momento de oração por volta das 23h, quando percebeu forte odor próximo à represa. Os moradores se aproximaram, localizaram o corpo e acionaram a polícia imediatamente.
Equipes da Polícia Civil, da Politec e de apoio operacional chegaram ao local, isolaram a área e iniciaram os procedimentos periciais. Os agentes recolheram vestígios e registraram a cena.
A rápida comunicação dos moradores pode acelerar a investigação. A preservação do local costuma ajudar no levantamento de provas técnicas.
Polícia encontrou mãos amarradas
O delegado Rogério Gomes informou que a equipe encontrou Douglas com as mãos amarradas. A análise inicial não apontou lesões externas aparentes, mas os exames periciais aprofundarão a causa da morte.
“A principal hipótese inicial indica asfixia ou afogamento”, afirmou o delegado. O laudo necroscópico deverá apontar como e quando a vítima morreu.
A polícia também investiga se criminosos mataram Douglas em outro local e depois levaram o corpo até a represa para ocultação.
O prazo varia conforme provas, perícia e número de suspeitos.
Sim. A água pode alterar vestígios e exigir exames mais detalhados.
Sim. Muitas investigações avançam após informações da população.




