Padrasto é preso após espancar enteado de 4 anos e deixar marcas pelo corpo em Pontes e Lacerda; veja vídeo

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Um homem de 30 anos foi preso em flagrante pela Polícia Civil nesta quinta-feira (29), em Pontes e Lacerda (MT), após agredir o enteado de apenas 4 anos. A mãe da criança descobriu marcas de violência no rosto, na orelha e nas nádegas do menino enquanto dava banho nele. O caso levou à prisão do suspeito, que alegou que a criança era “arteira” para justificar as agressões.

Mãe descobre marcas de agressão durante banho

A situação veio à tona quando a mãe percebeu os sinais de violência no corpo do filho. Durante o banho, ela identificou marcas em diferentes partes do menino, incluindo o rosto, a orelha e as nádegas.

A descoberta revelou as agressões que a criança teria sofrido dentro do ambiente familiar. O suspeito, que convivia com o menino na condição de padrasto, acabou preso pela Polícia Civil.

O caso ocorreu em Pontes e Lacerda, município da região oeste de Mato Grosso, e envolve uma criança de apenas 4 anos.

Padrasto tenta justificar agressões dizendo que criança era “arteira”

Ao ser questionado sobre o ocorrido, o homem alegou que o enteado era “arteira”, expressão que utilizou para justificar o comportamento violento contra o menino.

A justificativa não impediu a atuação da Polícia Civil, que realizou a prisão em flagrante nesta quinta-feira.

As informações disponíveis não detalham como ocorreram as agressões, nem esclarecem se a criança precisou de atendimento médico após a descoberta das marcas.

Polícia Civil pede prisão preventiva com base na Lei Henry Borel

Após a prisão em flagrante, a Polícia Judiciária Civil solicitou à Justiça a prisão preventiva do investigado.

O homem deverá responder com base na Lei Henry Borel, legislação brasileira que estabelece mecanismos de prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar contra crianças e adolescentes.

A solicitação de prisão preventiva ainda depende de análise judicial. Até o momento, as informações divulgadas não esclarecem se a Justiça já decidiu sobre o pedido.

A Polícia Civil também não informou detalhes sobre eventuais medidas de proteção destinadas à criança após a ocorrência.

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