O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, afirmou que ainda não conversou com a base governista na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) sobre o projeto que autoriza a contratação de um empréstimo de R$ 1,5 bilhão pelo Governo do Estado. A proposta precisa ser votada até esta quarta-feira (15), prazo considerado estratégico para o andamento da operação financeira.
Segundo Pivetta, apesar da proximidade da votação, as articulações políticas com os deputados da base ainda não ocorreram. O governador não detalhou quando pretende reunir os parlamentares, mas indicou que o diálogo deverá acontecer antes da apreciação do projeto pelo plenário.
Projeto depende de aprovação da Assembleia
A proposta encaminhada pelo Governo do Estado solicita autorização da ALMT para contratar uma operação de crédito no valor de R$ 1,5 bilhão. O texto precisa ser aprovado pelos deputados estaduais para que o Executivo possa dar continuidade ao processo de contratação do financiamento.
Embora o projeto tenha prazo para ser votado até esta quarta-feira, Pivetta afirmou que ainda não iniciou as conversas formais com os parlamentares da base governista sobre a matéria.
Governo busca viabilizar operação de crédito
O empréstimo faz parte da estratégia do Governo de Mato Grosso para financiar investimentos previstos pela administração estadual. A autorização legislativa representa uma etapa obrigatória para que a operação de crédito possa ser formalizada.
Nos próximos dias, a expectativa é de intensificação das articulações entre o Executivo e os deputados estaduais para garantir a apreciação da proposta dentro do prazo previsto.
Votação deve movimentar a ALMT
A proximidade do prazo para votação deve intensificar as discussões na Assembleia Legislativa. O projeto deverá ser analisado pelos deputados, que decidirão se autorizam ou não a contratação do financiamento pelo Governo do Estado.
Ao comentar o tema, Otaviano Pivetta limitou-se a afirmar que ainda não tratou da proposta com a base governista. A expectativa é de que novas reuniões ocorram antes da sessão em que o projeto será colocado em votação, definindo o futuro da operação de crédito de R$ 1,5 bilhão.



