No último sábado (03/04), a Polícia Civil do Rio de Janeiro, em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, desarticulou um plano de ataque a bomba que visava o show gratuito da cantora Lady Gaga na Praia de Copacabana.
Imagens registradas e divulgadas pela PCERJ; veja vídeo:
Detalhes da operação
A operação, batizada de “Fake Monster”, resultou na prisão de um homem no Rio Grande do Sul por porte ilegal de arma e na apreensão de um adolescente no Rio de Janeiro por armazenamento de pornografia infantil. As investigações revelaram que os suspeitos integravam um grupo extremista que disseminava discursos de ódio contra crianças, adolescentes e a comunidade LGBTQIA+.
Utilizando plataformas digitais, o grupo recrutava adolescentes para executar ataques com explosivos improvisados, como coquetéis molotov, sob a forma de “desafios coletivos” que buscavam notoriedade nas redes sociais.
Ação sigilosa
As autoridades materam a operação em sigilo até a realização do show, para evitar pânico, já que haviam cerca de 2,1 milhões de fãs presentes. 13 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em diversos estados, incluindo Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso. Foram apreendidos dispositivos eletrônicos e materiais que serão analisados para aprofundar as investigações.
Medidas tomadas
A assessoria de Lady Gaga afirmou que só tomou conhecimento da ameaça após a divulgação do caso pela imprensa. Apesar disso, o evento ocorreu sem incidentes, graças ao trabalho eficaz das forças de segurança, que implementaram medidas como detectores de metal, drones e câmeras de reconhecimento facial.
Perguntas frequentes:
Como uma referência irônica e simbólica ao nome pelo qual os fãs da cantora Lady Gaga são conhecidos mundialmente: “Little Monsters”
Para evitar pânico entre os participantes e garantir a segurança do público presente no show.
Executar ataques com explosivos improvisados durante o show de Lady Gaga, visando crianças, adolescentes e a comunidade LGBTQIA+.



