Uma mulher foi presa em flagrante na manhã deste último domingo (18), por volta das 6h30, durante uma fiscalização do Grupo Especial de Fronteira (Gefron-MT), no Posto do Limão, em Cáceres, a 220 km de Cuiabá. A condutora carregava quatro invólucros de substância análoga à maconha junto ao corpo, que totalizaram aproximadamente 1 kg.
A equipe realizou a abordagem durante a Operação Protetor das Fronteiras, que combate crimes transfronteiriços em Mato Grosso. Os policiais fiscalizaram um Fiat Uno Mille cinza, ano/modelo 2005, e verificaram os elementos identificadores do veículo. Em seguida, fizeram uma busca no automóvel, mas não encontraram materiais ilícitos no interior do carro.
Mulher confessou que transportava droga junto ao corpo
Durante a entrevista policial, a condutora confessou que carregava quatro invólucros de substância semelhante à maconha junto ao corpo. A equipe responsável pela ocorrência divulgou que o material apreendido pesava aproximadamente 1 kg.
Diante dos fatos, os agentes prenderam a mulher em flagrante. Na sequência, encaminharam a suspeita, a droga e o veículo à Delegacia da Polícia Federal em Cáceres. A instituição ficará responsável pelos procedimentos legais. Também investigará as circunstâncias do transporte do entorpecente.
A ocorrência integrou as ações da Operação Protetor das Fronteiras. A operação reúne esforços para combater atividades criminosas nas regiões fronteiriças. Durante essas fiscalizações, as equipes abordam veículos e pessoas. Os policiais também identificam possíveis irregularidades e apreendem materiais relacionados a crimes.
Apreensão soma R
Justiça nega pedido do MP para fechar Terminal do Coxipó e mantém funcionamento em Cuiabá
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) negou um novo pedido do Ministério Público Estadual (MPMT) para suspender imediatamente as atividades do Terminal do Coxipó, em Cuiabá. O desembargador Rodrigo Roberto Curvo assinou a decisão nesta última segunda-feira (19) e manteve o funcionamento do espaço enquanto a Justiça analisa as irregularidades apontadas pelo órgão ministerial.
Tribunal aponta falta de urgência para fechar terminal
O Ministério Público recorreu ao TJMT após o juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, negar o primeiro pedido de liminar. O órgão queria interromper o embarque, o desembarque e a venda de passagens no terminal privado, administrado pela empresa RM Transportes e Turismo Ltda.
No Agravo de Instrumento nº 1046888-22.2026.8.11.0000, o MPMT argumentou que o empreendimento não possui autorização administrativa válida e apresenta problemas estruturais que podem comprometer a segurança dos passageiros. O recurso também questionou o enquadramento do estabelecimento como ponto de parada do transporte rodoviário.
Ao analisar o pedido, o desembargador concluiu que os documentos apresentados não demonstraram perigo de dano concreto e imediato que justificasse a interrupção das atividades. Por isso, negou a tutela recursal, medida provisória que poderia determinar o fechamento do terminal antes do julgamento definitivo da ação.
Decisão cita problemas estruturais e necessidade de regularização
O magistrado reconheceu que o terminal precisa de regularização administrativa e de atenção às inconformidades identificadas durante as fiscalizações. O Relatório Técnico nº 301/2026 apontou problemas relacionados à prevenção contra incêndios, à acessibilidade e às condições das instalações.
A decisão também considerou que o parecer jurídico estadual reconheceu a necessidade de regularização do empreendimento, mas classificou a deficiência como passível de correção. O documento recomendou uma solução consensual que permita aos responsáveis executar as adequações necessárias sem interromper o atendimento aos passageiros.
Outro ponto considerado pelo desembargador foi a ausência de recomendação técnica para interditar ou evacuar o imóvel. Segundo a decisão, o próprio Ministério Público esclareceu que o pedido de suspensão não se baseava em risco de colapso estrutural ou em necessidade de desocupação emergencial.
O magistrado ressaltou, contudo, que a negativa da medida urgente não reconhece a regularidade do terminal. As questões administrativas e estruturais continuam em discussão, e os órgãos competentes podem adotar medidas mais rigorosas caso surjam elementos que demonstrem risco concreto aos usuários.
Investigação começou em 2022
A apuração do Ministério Público começou em 2022, após uma denúncia apresentada pela Sinart Terminal Rodoviário de Cuiabá SPE Ltda., concessionária responsável pelo terminal rodoviário oficial da capital. O procedimento evoluiu para um inquérito civil, formalizado em 3 de março de 2023.
Em fevereiro de 2025, o MPMT expediu uma notificação recomendatória para que os responsáveis realizassem adequações estruturais. Na ocasião, o órgão permitiu a continuidade do atendimento durante a execução das melhorias, em vez de exigir a paralisação imediata das atividades.
Uma vistoria posterior identificou mudanças no estabelecimento. Entre as melhorias registradas estão a substituição de cadeiras plásticas por assentos metálicos fixos, a pintura de áreas internas e externas, a instalação de tomadas para passageiros, a disponibilização de bebedouro e extintores de incêndio e a instalação de iluminação de LED na área externa coberta.
Mesmo com essas intervenções, o Relatório Técnico nº 301/2026 apontou a permanência de inconformidades. O Ministério Público sustenta que as condições do espaço e a falta de autorização válida justificam a suspensão das operações até a regularização.
Audiência de conciliação está marcada para novembro
A Justiça marcou uma audiência de conciliação para 18 de novembro de 2026, em Cuiabá. O encontro deverá reunir representantes do Ministério Público, do Estado de Mato Grosso, da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (AGER-MT), da Sinart e da RM Transportes.
As partes deverão apresentar propostas objetivas para buscar uma solução que contemple a regularização administrativa, as adequações estruturais e a continuidade do atendimento aos usuários. O desembargador também determinou que os órgãos estaduais apresentem resposta ao recurso antes do encaminhamento dos autos à Procuradoria-Geral de Justiça.
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nbsp;17,8 mil em Mato Grosso
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No Agravo de Instrumento nº 1046888-22.2026.8.11.0000, o MPMT argumentou que o empreendimento não possui autorização administrativa válida e apresenta problemas estruturais que podem comprometer a segurança dos passageiros. O recurso também questionou o enquadramento do estabelecimento como ponto de parada do transporte rodoviário.
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O magistrado ressaltou, contudo, que a negativa da medida urgente não reconhece a regularidade do terminal. As questões administrativas e estruturais continuam em discussão, e os órgãos competentes podem adotar medidas mais rigorosas caso surjam elementos que demonstrem risco concreto aos usuários.
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Em fevereiro de 2025, o MPMT expediu uma notificação recomendatória para que os responsáveis realizassem adequações estruturais. Na ocasião, o órgão permitiu a continuidade do atendimento durante a execução das melhorias, em vez de exigir a paralisação imediata das atividades.
Uma vistoria posterior identificou mudanças no estabelecimento. Entre as melhorias registradas estão a substituição de cadeiras plásticas por assentos metálicos fixos, a pintura de áreas internas e externas, a instalação de tomadas para passageiros, a disponibilização de bebedouro e extintores de incêndio e a instalação de iluminação de LED na área externa coberta.
Mesmo com essas intervenções, o Relatório Técnico nº 301/2026 apontou a permanência de inconformidades. O Ministério Público sustenta que as condições do espaço e a falta de autorização válida justificam a suspensão das operações até a regularização.
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O valor corresponde à avaliação econômica dos itens apreendidos. Portanto, não representa necessariamente uma quantia recuperada em dinheiro. A Polícia Federal deverá analisar as circunstâncias do caso. Também verificará a origem da droga, o destino do material e uma possível participação de outras pessoas.
As informações divulgadas não esclarecem para onde a mulher levaria o entorpecente. Também não informam se alguém participou do transporte. A investigação poderá reunir novos elementos para esclarecer esses pontos. Além disso, poderá determinar as responsabilidades criminais dos envolvidos.
Confira os principais canais de denúncia:
- 190 — Polícia Militar: atende emergências e ocorrências em andamento.
- 197 — Polícia Civil: recebe informações que podem auxiliar investigações criminais.
- 181 — Disque-Denúncia: recebe denúncias anônimas, conforme a disponibilidade do serviço na região.
- Polícia Federal: recebe informações sobre crimes de competência federal por meio de seus canais oficiais.
![PERRENGUE - Governo de Mato Grosso faz - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 3093 | CAMP 1075 | PI 42207 | ADOPS-PERRENGUE-3093 | 73d9cd4a90c2cf0fa5835b0e9276cf6a479ab0674f84b10f1b2b7b597eedb734.gif]](https://perrenguematogrosso.nyc3.digitaloceanspaces.com/adops-media/local-imports/73d9cd4a90c2cf0fa5835b0e9276cf6a479ab0674f84b10f1b2b7b597eedb734.gif)
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