Motorista morre após levar facada durante briga em posto de combustíveis em Diamantino; veja vídeo

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O motorista Armando Damaceno morreu na tarde deste último domingo (12) depois que um homem o esfaqueou durante uma briga no pátio do Posto Trevão, às margens da Rodovia Senador Roberto Campos, na região do Novo Diamantino, em Diamantino, a cerca de 180 quilômetros de Cuiabá. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu a vítima e a levou ao Hospital São João Batista, mas a equipe médica confirmou a morte pouco depois. A Polícia Civil investiga o caso e tenta localizar o suspeito.

Discussão terminou em ataque com faca

Segundo a Polícia Militar, Armando Damaceno e Luciano Gardenal, ambos motoristas e naturais do estado de São Paulo, consumiam bebidas alcoólicas quando iniciaram uma discussão no pátio do posto. Logo depois, os dois partiram para uma luta corporal.

Durante o confronto, Luciano Gardenal sacou uma faca e atingiu Armando com um golpe no tórax. O Samu prestou os primeiros atendimentos ainda no local e encaminhou a vítima ao hospital. Apesar dos esforços da equipe médica, Armando não resistiu aos ferimentos.

Suspeito fugiu antes da chegada da Polícia Militar

Após atingir a vítima, Luciano Gardenal deixou o local antes da chegada das equipes policiais. Assim que recebeu o chamado, a Polícia Militar iniciou buscas na região, porém não encontrou o suspeito até a última atualização da ocorrência.

Ao mesmo tempo, policiais isolaram a área para o trabalho da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Em seguida, os peritos coletaram vestígios que poderão auxiliar na investigação. Paralelamente, a Polícia Civil começou a ouvir testemunhas para esclarecer toda a dinâmica da briga.

Defesa afirma que motorista reagiu às agressões

Em nota, a defesa de Luciano Gardenal afirmou que Armando iniciou as agressões físicas. Segundo os advogados, Luciano pegou uma faca que estava em seu caminhão e desferiu um único golpe para interromper a agressão.

Além disso, a defesa sustentou que o motorista agiu em legítima defesa e não teve a intenção de matar Armando. Agora, a Polícia Civil confrontará essa versão com os depoimentos, os laudos periciais e as demais provas reunidas durante o inquérito.

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