Uma operação secreta e altamente tecnológica do Mossad permitiu que Israel executasse um bombardeio histórico contra alvos estratégicos nas profundezas do Irã. A ação revelou um nível de sofisticação sem precedentes na espionagem militar moderna.
Mossad desmonta defesas aéreas do Irã
Relatórios internacionais indicam que agentes israelenses operaram por semanas dentro do território iraniano. Eles instalaram drones explosivos, minas tecnológicas e sistemas capazes de paralisar os complexos de defesa.
As primeiras ações eliminaram baterias de mísseis e estações de radar, deixando o espaço aéreo iraniano vulnerável. O alvo principal foi a base militar de Esfajabad, onde estavam lançadores de mísseis de longo alcance.
Ataque aéreo destrói instalações nucleares
Com as defesas comprometidas, Israel lançou um ataque aéreo massivo. Foram cerca de 200 aeronaves bombardeando mais de 100 alvos, incluindo as centrais nucleares de Fordow, Natanz e outros pontos militares de alta importância.
A operação, chamada de “Leão em Ascensão”, também resultou na morte de generais iranianos, como Hossein Salami e Mohammad Bagheri, segundo veículos internacionais.
Mundo reage à escalada no Oriente Médio
O governo do Irã reagiu com duras ameaças, classificando a operação como um ato de guerra irreversível. Já os Estados Unidos e países aliados monitoram a situação com extrema preocupação, prevendo uma possível reação militar iraniana nos próximos dias, que pode incluir ataques a bases americanas na região.
Especialistas em segurança internacional alertam que o episódio pode ser o estopim de um conflito regional de grandes proporções, especialmente envolvendo forças no Oriente Médio, grupos paramilitares aliados ao Irã e até potências globais.
Perguntas e respostas:
Por meio de uma operação clandestina, com agentes instalando equipamentos dentro do próprio território iraniano.
Cerca de 200 aeronaves foram empregadas na ofensiva aérea.
Sim. O Irã classificou como ato de guerra e prometeu uma resposta à altura.
