Ex-governador afirma que mencionar a idade de Júlio Campos não representa desrespeito e reforça que as definições eleitorais dependerão das regras internas do partido.
O ex-governador Mauro Mendes rebateu as críticas recebidas após declarações envolvendo o deputado Júlio Campos e afirmou que suas falas não tiveram caráter ofensivo. Segundo ele, mencionar a idade de uma pessoa não configura desrespeito, mas apenas o reconhecimento de uma informação pública e objetiva.
Durante entrevista, Mauro também voltou a defender que as discussões sobre candidaturas devem ser resolvidas dentro das instâncias partidárias, seguindo as normas previstas no estatuto da legenda.
Ex-governador nega desrespeito
Ao comentar a repercussão de suas declarações, Mauro Mendes afirmou que não considera ofensivo citar a idade de um adversário político ou correligionário.
Segundo ele, a discussão política deve se concentrar em posicionamentos e opiniões, e não em interpretações sobre fatos objetivos. O ex-governador também manteve críticas a algumas declarações feitas por Júlio Campos, classificando parte delas como equivocadas.
Convenção será decisiva
Mauro destacou que as definições sobre candidaturas não dependem de decisões individuais de lideranças partidárias, mas sim do processo estabelecido pelas regras internas do partido.
De acordo com ele, a convenção partidária será o espaço legítimo para decidir quem representará a sigla nas disputas proporcionais e majoritárias das próximas eleições.
Regras internas devem prevalecer
O ex-governador ressaltou que o partido possui estatuto e regimento próprios, instrumentos que determinam os critérios para escolha dos candidatos.
Na avaliação de Mauro Mendes, o resultado das convenções deve ser respeitado por todos os integrantes da legenda, independentemente dos interesses individuais ou das preferências de determinados grupos políticos.
Processo democrático
Mauro afirmou que qualquer filiado que cumpra os requisitos partidários pode apresentar seu nome para disputar cargos eletivos dentro da legenda.
Segundo ele, caberá aos convencionais decidir quem será o candidato a deputado estadual, deputado federal, senador ou governador, seguindo os procedimentos democráticos previstos no partido.
Ao final, o ex-governador reforçou que as definições eleitorais serão tomadas de acordo com o regimento interno e que o resultado da convenção deverá orientar os rumos da sigla nas próximas eleições.








