Mauro Mendes minimiza ausência de Jayme Campos e diz que disputa ao Senado será decidida na convenção; veja vídeo

Política Vídeo principal

Ex-governador afirma que cada liderança tem o direito de construir seu próprio projeto político

O ex-governador Mauro Mendes comentou a ausência do senador Jayme Campos no lançamento de sua pré-candidatura ao Senado Federal e afirmou que a situação é natural dentro do processo político, já que diferentes lideranças do partido estão construindo seus próprios projetos para as eleições de 2026.

Segundo Mauro, qualquer filiado possui o direito de disputar cargos eletivos e buscar apoio dentro da legenda.

“O Jayme está construindo a sua candidatura e eu já falei sobre isso muitas vezes. Qualquer membro do partido pode pleitear a vaga de senador”, afirmou.

Disputa interna é considerada legítima

Mauro Mendes ressaltou que a disputa interna faz parte do processo democrático e que não vê qualquer anormalidade na movimentação política realizada pelo senador Jayme Campos.

De acordo com o ex-governador, tanto ele quanto outras lideranças possuem o direito de apresentar seus projetos e buscar apoio entre os convencionais.

“Ele está fazendo a campanha dele, é legítimo que faça. Qualquer um pode fazer. Não tem nada de anormal em ele continuar fazendo o trabalho dele, assim como eu vou fazer o meu e outros farão os seus”, declarou.

Convenções definirão candidaturas

O presidente estadual do União Brasil explicou que as decisões definitivas sobre as candidaturas serão tomadas durante as convenções partidárias, previstas para ocorrer entre os meses de julho e agosto.

Segundo Mauro, caberá aos convencionais decidir quem representará a federação nas disputas para o Senado, Governo do Estado, Câmara Federal e Assembleia Legislativa.

“As convenções serão realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto. Depois faremos a reunião da União Progressista e tomaremos as decisões”, afirmou.

Decisão caberá aos convencionais

O ex-governador destacou que a escolha dos candidatos não depende de uma única liderança política e reforçou o papel das instâncias partidárias.

Segundo ele, cerca de 50 convencionais serão responsáveis pela definição dos nomes que disputarão as eleições de 2026.

“A decisão será da convenção. São 50 convencionais que vão decidir os destinos do partido”, disse.

União Brasil terá definição coletiva

Mauro Mendes também afirmou que as decisões da legenda ocorrerão de forma coletiva e ressaltou que o partido não está concentrado em apenas uma liderança.

“A União Brasil não é Mauro Mendes e nem muito menos A, B ou C”, afirmou.

As declarações evidenciam que a disputa interna pelo Senado continua aberta dentro do grupo político e que a definição oficial das candidaturas deverá ocorrer apenas durante as convenções partidárias dos próximos meses.

Curtiu? Compartilhe

Ajuda a espalhar a notícia — manda no grupo.

Institucional