Margareth Buzetti rebate Galvan após fala sobre feminicídio: “Um homem público não pode ignorar essa realidade”; veja vídeo

Política Vídeo principal

A senadora Margareth Buzetti criticou uma declaração de Antônio Galvan contrária à existência de uma legislação específica para tratar do feminicídio. Ao rebater o posicionamento do adversário, Buzetti destacou que mulheres são assassinadas em crimes relacionados à violência de gênero e afirmou que representantes públicos não podem desconsiderar essa realidade.

A manifestação ocorre em meio ao debate sobre políticas de enfrentamento à violência contra a mulher. Buzetti lamentou a declaração de Galvan e defendeu a importância de reconhecer as particularidades dos crimes cometidos contra mulheres.

Buzetti contesta posicionamento de Galvan

Ao comentar a declaração, Margareth Buzetti afirmou que a violência contra mulheres representa uma realidade que precisa receber atenção do poder público.

Para a senadora, questionar a necessidade de uma legislação específica sobre feminicídio desconsidera circunstâncias presentes em crimes nos quais mulheres são assassinadas em razão de sua condição de gênero.

Buzetti também direcionou sua crítica à responsabilidade de pessoas que ocupam ou pretendem ocupar funções públicas. Na avaliação dela, um homem público precisa compreender a dimensão do problema e reconhecer a necessidade de medidas específicas para enfrentá-lo.

Senadora lamenta declaração do adversário

Além de discordar de Galvan, Buzetti lamentou publicamente o posicionamento apresentado pelo adversário.

A senadora sustentou que existem mulheres assassinadas em situações enquadradas como feminicídio e defendeu que essa realidade não pode ser ignorada no debate político.

A crítica também coloca o enfrentamento à violência contra a mulher entre os temas da discussão eleitoral, com posições divergentes sobre a legislação e as políticas públicas relacionadas ao assunto.

Debate sobre feminicídio ganha espaço político

A declaração de Buzetti surge como resposta direta ao posicionamento atribuído a Antônio Galvan. Enquanto ele questionou a existência de uma legislação específica para feminicídio, a senadora defendeu a necessidade de reconhecer esse tipo de violência.

Nas informações apresentadas, Buzetti não anunciou uma nova proposta legislativa durante a manifestação. Sua declaração concentrou-se na contestação da fala do adversário e na defesa do reconhecimento da violência praticada contra mulheres.

O episódio amplia o debate sobre feminicídio e coloca o tema entre os assuntos discutidos publicamente por representantes políticos de Mato Grosso durante o período eleitoral.

Curtiu? Compartilhe

Ajuda a espalhar a notícia — manda no grupo.

Institucional