A Prefeitura de Cuiabá começou a testar uma máquina de roçagem operada por controle remoto para reforçar a manutenção urbana em áreas de difícil acesso. O equipamento trabalha em encostas, terrenos íngremes e margens de avenidas, locais que normalmente exigem mais esforço das equipes e aumentam os riscos durante a execução dos serviços. Com a iniciativa, o município pretende modernizar a limpeza urbana, ampliar a eficiência das operações e proteger os trabalhadores.
Tecnologia amplia a segurança das equipes
A nova máquina executa serviços em pontos onde equipamentos convencionais encontram dificuldades. Além disso, o operador controla todas as funções à distância, o que reduz a exposição direta aos riscos e aumenta a segurança durante a roçagem.
Nesta fase de testes, a Prefeitura avalia o desempenho do equipamento em diferentes tipos de terreno. A administração pretende analisar os resultados antes de ampliar a utilização da tecnologia em outras regiões da capital. Enquanto isso, as equipes acompanham cada operação para medir produtividade, eficiência e desempenho.
Prefeitura aposta na modernização dos serviços
A gestão municipal incorporou o equipamento ao projeto de modernização dos serviços públicos. Com novas tecnologias, a Prefeitura pretende agilizar a conservação de espaços públicos, reduzir o tempo das operações e melhorar a qualidade da manutenção urbana.
Ao mesmo tempo, a administração busca diminuir o desgaste físico dos trabalhadores que atuam em áreas de risco. Dessa forma, o município melhora as condições de trabalho e aumenta a capacidade das equipes responsáveis pela limpeza da cidade.
Robôs também devem reforçar a drenagem urbana
Além da máquina de roçagem, a Prefeitura estuda utilizar robôs para inspecionar galerias pluviais. Esses equipamentos poderão percorrer a rede de drenagem, localizar rachaduras, identificar bloqueios e detectar ligações irregulares com maior rapidez e precisão.
Com essas inspeções, o município conseguirá identificar problemas antes que eles provoquem alagamentos ou danos à infraestrutura. Além disso, a tecnologia reduzirá a necessidade de entrada de servidores em espaços confinados, aumentando ainda mais a segurança das operações.






