Imagem de Nossa Senhora Aparecida aparece sem cabeça em ponto religioso de Cuiabá; veja vídeo

Vovô de Olho Vídeo principal
PERRENGUE - ENTREGAS - INTERNO DE NOTICIAS [ADOPS INS 3040 | CAMP 1048 | PI 91493 | ADOPS-PERRENGUE-3040 | 728x90.gif]

Uma imagem de Nossa Senhora Aparecida apareceu sem a cabeça na noite de sexta-feira (25), na região da Cruz do Chilão, no bairro Santa Helena, em Cuiabá. O caso ganhou repercussão porque ocorreu durante uma polêmica nacional envolvendo publicações que associaram o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) a uma suposta tentativa de retirar da santa o título de Padroeira do Brasil.

Até o momento, as autoridades não apontaram qualquer ligação entre a depredação da imagem em Cuiabá e a disputa política que circula nas redes sociais. A retirada da cabeça pode ter diferentes motivações, mas a investigação precisa identificar quem danificou a imagem e esclarecer o que aconteceu no local.

Imagem fica em ponto de referência religiosa

A Arquidiocese de Cuiabá informou que encontrou a imagem quebrada junto à Cruz do Chilão. A instituição destacou a importância religiosa, histórica e cultural do local para a comunidade cuiabana e repudiou a depredação.

A Arquidiocese também pediu respeito às diferentes manifestações religiosas e defendeu a investigação do caso. A instituição afirmou que as autoridades precisam identificar o responsável pelo dano e esclarecer as circunstâncias da ocorrência.

O caso provocou reação entre pessoas que frequentam ou conhecem o espaço religioso. A retirada da cabeça da imagem chamou atenção justamente pela importância que Nossa Senhora Aparecida possui para os fiéis católicos e pela repercussão nacional da discussão sobre o símbolo religioso.

Polêmica nacional envolve Nossa Senhora Aparecida

A depredação ocorreu enquanto publicações nas redes sociais associavam Flávio Bolsonaro a uma suposta articulação para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. O senador negou qualquer proposta com esse objetivo.

A Justiça Eleitoral também analisou a circulação dessas informações. O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou na sexta-feira (25) que plataformas adotassem medidas para impedir a disseminação de conteúdos que apresentassem a alegação como verdadeira.

A decisão provocou uma nova disputa judicial. No domingo (27), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou a determinação de Mendonça e liberou novamente as publicações. Dino afirmou que a decisão anterior restringia a liberdade de expressão e pediu posteriormente uma análise presencial do caso pelo plenário da Corte.

Curtiu? Compartilhe

Ajuda a espalhar a notícia — manda no grupo.

Institucional