Acusações contra o governo federal foram feitas por Flávio Bolsonaro.
As declarações foram realizadas durante evento no Ceará.
As críticas também foram reforçadas por meio das redes sociais.
Críticas à atuação da Polícia Federal foram feitas pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) nesta sexta-feira (10/7), durante um evento de pré-candidatura de Alcides Fernandes (PL) ao Senado, em Fortaleza. Pelo parlamentar, a corporação estaria sendo utilizada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para perseguir políticos da oposição e tentar interferir no resultado das eleições de outubro.
Durante o discurso, questionamentos também foram direcionados à forma como investigações envolvendo pessoas próximas ao presidente Lula estariam sendo conduzidas.
Casos envolvendo pessoas ligadas ao presidente foram lembrados
Na fala, referências foram feitas a José Ferreira da Silva, irmão do presidente Lula e vice-presidente de uma entidade investigada por suspeita de participação em um esquema de descontos irregulares em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Também foi citado Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente. Os dois casos foram utilizados pelo senador para reforçar as críticas apresentadas durante o evento.
Alteração em investigação foi mencionada
Pelo parlamentar, também foi citada a mudança promovida pela direção da Polícia Federal na investigação sobre fraudes em aposentadorias e pensões do INSS.
A condução do caso deixou a Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários (DPrev) e passou para a Coordenação de Inquéritos em Tribunais Superiores (Cinq), conforme mencionado pelo senador.
Declarações também foram publicadas nas redes sociais
As críticas voltaram a ser feitas por Flávio Bolsonaro em uma publicação nas redes sociais. Na mensagem, a atuação da Polícia Federal foi classificada pelo senador como seletiva e direcionada ao constrangimento de adversários políticos do atual governo.
A manifestação foi publicada após a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, que determinou o bloqueio de R$ 119,2 milhões em bens do presidente do PL, Valdemar Costa Neto.
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