Filho é suspeito de esfaquear mãe idosa no pescoço após discussão por garrafão de água em Cuiabá; veja video

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Um homem teria esfaqueado a própria mãe idosa no pescoço após uma discussão por questões domésticas na tarde desta quinta-feira (5), no bairro Residencial Pomeri, em Cuiabá. A Polícia Militar conduziu o suspeito à delegacia, enquanto uma equipe médica prestou atendimento à vítima na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Morada do Ouro.

Conforme informações do 3º Batalhão da Polícia Militar, os policiais receberam um chamado para atender à ocorrência na unidade de saúde. Durante o atendimento, a equipe apurou que mãe e filho teriam discutido por desentendimentos relacionados ao preenchimento de um garrafão de água e outras situações domésticas.

Durante a discussão, segundo o relato policial, o homem teria pegado uma faca e atingido o pescoço da própria mãe. A mulher precisou de assistência médica devido ao ferimento. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes sobre a gravidade da lesão nem informações atualizadas sobre o estado de saúde da vítima.

Discussão por garrafão de água teria provocado ataque

De acordo com as informações preliminares, mãe e filho discutiram por motivos considerados banais. Entre as questões que os policiais identificaram, estava um desentendimento envolvendo um garrafão de água. Entretanto, as autoridades ainda precisam esclarecer a sequência dos acontecimentos que antecederam a agressão.

O relato policial também não esclarece se outras pessoas presenciaram a discussão ou tentaram impedir o ataque. A Polícia Civil deverá investigar como o suspeito teve acesso à faca e quais circunstâncias contribuíram para a violência dentro da residência.

Suspeito alegou problemas de saúde mental

Durante o atendimento da ocorrência, o homem teria relatado problemas relacionados à saúde mental. Entretanto, conforme o relato de um policial militar, a equipe não identificou elementos que confirmassem essa condição durante a abordagem inicial.

A declaração do suspeito não comprova qualquer diagnóstico médico nem estabelece relação entre uma possível condição de saúde e a agressão. Caso considere necessário, a autoridade responsável pela investigação poderá solicitar avaliações especializadas para esclarecer essa questão.

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