Diego Guimarães avalia que proposta de CPI dos Consignados tem motivação eleitoral; veja vídeo

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O deputado estadual Diego Guimarães comentou a proposta de criação da CPI dos Consignados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso e afirmou que a iniciativa possui caráter eleitoreiro. Segundo o parlamentar, o pedido surge em um período de pré-campanha, o que, na sua avaliação, levanta questionamentos sobre a motivação política da medida. Apesar das críticas, o deputado ressaltou que o debate deve respeitar os trâmites regimentais e a legislação vigente.

Deputado questiona momento da proposta

Durante entrevista, Diego Guimarães afirmou que a apresentação da proposta ocorre em um contexto marcado pelas articulações para as eleições de 2026. Para ele, o período em que o pedido foi apresentado desperta dúvidas sobre os objetivos da iniciativa.

O parlamentar declarou que temas de grande repercussão costumam ganhar espaço durante a pré-campanha e defendeu que propostas de investigação sejam analisadas com responsabilidade, levando em consideração critérios técnicos e legais.

Parlamentar cita possível motivação política

Na avaliação de Diego Guimarães, a criação da CPI dos Consignados pode estar relacionada ao ambiente político pré-eleitoral. Segundo ele, o debate sobre o assunto precisa ocorrer sem interferência de interesses eleitorais, garantindo que qualquer investigação tenha fundamentação adequada.

O deputado afirmou que a Assembleia Legislativa deve avaliar a proposta com equilíbrio, observando os requisitos necessários para a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito.

Discussão seguirá no âmbito da Assembleia

A proposta de criação da CPI dos Consignados ainda deverá passar pelos procedimentos previstos no Regimento Interno da Assembleia Legislativa. Caso atenda às exigências legais e regimentais, caberá ao Parlamento deliberar sobre sua instalação.

Diego Guimarães afirmou que continuará acompanhando a discussão e reforçou que sua posição é de cautela diante da proximidade do período eleitoral. Segundo o deputado, qualquer decisão sobre a abertura da comissão deve priorizar o interesse público, a transparência e o cumprimento das normas que regem o funcionamento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

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