O ministro da Fazenda, Dario Durigan, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que sejam mantidas as restrições que impedem estados e municípios de concederem, de forma independente, autorizações para empresas de apostas esportivas, conhecidas como bets. Segundo o ministro, a regulamentação da atividade deve permanecer centralizada na União para garantir fiscalização uniforme, proteção aos consumidores e combate às operações irregulares.
O pedido foi apresentado durante reunião com o presidente do STF, ministro Edson Fachin. Na avaliação da equipe econômica, permitir que diferentes entes federativos concedam autorizações poderia enfraquecer o sistema nacional de controle e criar regras distintas para uma atividade que possui alcance em todo o país.
Fazenda defende fiscalização nacional
De acordo com Durigan, a concentração da regulamentação na esfera federal facilita o monitoramento das empresas autorizadas e fortalece as ações de combate às plataformas ilegais. O ministro também defendeu o endurecimento das regras para o setor, com maior rigor na fiscalização e na aplicação das normas.
Segundo ele, a intenção é ampliar a proteção dos apostadores e impedir que empresas atuem sem cumprir as exigências previstas pela legislação federal.
Governo quer endurecer regras para o setor
Além do pedido ao STF, o Ministério da Fazenda informou que pretende reforçar o monitoramento das plataformas de apostas on-line. Entre as medidas estudadas estão o aumento da fiscalização sobre empresas irregulares e novas restrições para a publicidade das bets autorizadas.
O ministro afirmou que o governo adotará uma política de “tolerância zero” contra operadores que atuem fora das regras estabelecidas pela legislação brasileira.
Discussão envolve competência para autorizar apostas
A discussão no Supremo gira em torno da competência para autorizar e fiscalizar a exploração das apostas de quota fixa no país. O entendimento defendido pela União é de que estados podem explorar loterias dentro de seus próprios territórios, mas não conceder autorizações com alcance nacional, enquanto os municípios não possuem competência para regulamentar esse tipo de atividade.
A expectativa é que o STF analise o tema e defina os limites da atuação dos entes federativos na regulamentação das apostas esportivas, estabelecendo parâmetros para o funcionamento do mercado em todo o país.
![PERRENGUE - RADAR - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 1693 | CAMP 957 | PI 16883- TCE | ADOPS-PERRENGUE-1693 | 825x120.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/07/825x120.gif)
![PERRENGUE - FEMINICIDIO - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 1699 | CAMP 959 | PI 14608 - GOV | ADOPS-PERRENGUE-1699 | pi-14608-feminicidio-825x120-1.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/07/pi-14608-feminicidio-825x120-1.gif)
![PERRENGUE - TOLERANCIA ZERO - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 1753 | CAMP 960 | PI 14646- GOV | ADOPS-PERRENGUE-1753 | govmt_mt_e_tolerancia_zero_nos_crimes_ambientais_banner_825x120.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/07/govmt_mt_e_tolerancia_zero_nos_crimes_ambientais_banner_825x120.gif)
![PERRENGUE - MUTIRÃO - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 1695 | CAMP 958 | PI 14664 - PREF CBA | ADOPS-PERRENGUE-1695 | 825x120-3-cba.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/07/825x120-3-cba.gif)




