O Congresso Nacional discute nesta terça-feira (25) a proposta do Governo Federal que altera as regras do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O novo modelo busca acabar com distorções que favorecem grandes investidores e penalizam trabalhadores e a classe média.
Segundo o governo, a intenção é fazer com que quem tem maior capacidade financeira contribua mais, e quem vive do salário, menos. A proposta faz parte de um pacote mais amplo para reorganizar as finanças públicas com justiça social.
“Queremos cobrar o justo dos mais ricos e aliviar quem realmente sustenta o país: a classe média e o povo trabalhador”, diz trecho da proposta.
O que está em jogo
A proposta do Executivo aumenta a cobrança do IOF em grandes transações financeiras, como investimentos internacionais, fundos de alto rendimento e operações de câmbio com finalidade especulativa. Em contrapartida, reduz a incidência do imposto em financiamentos populares, crédito estudantil e empréstimos de pequeno valor.
A equipe econômica argumenta que o sistema atual cobra proporcionalmente mais de quem tem menos, agravando a desigualdade tributária.
Setor financeiro reage
Representantes do mercado financeiro já manifestaram preocupação com o impacto da proposta. Parlamentares ligados ao setor bancário afirmam que a medida pode inibir investimentos e encarecer operações empresariais.
Por outro lado, parlamentares da base governista e de setores progressistas defendem a proposta como um passo necessário para a justiça fiscal.
“Quem lucra milhões em minutos com operações de mercado pode pagar um pouco mais. O trabalhador não pode continuar pagando essa conta sozinho”, disse uma deputada favorável ao projeto.
IOF pesa no dia a dia e poucos percebem
O IOF é um imposto invisível para muitos brasileiros, mas presente em quase todas as operações financeiras — desde o uso do cartão de crédito até a contratação de seguros ou empréstimos. Em 2023, o tributo arrecadou mais de R$ 40 bilhões.
Perguntas e respostas
Para cobrar mais de quem tem alta renda e aliviar quem vive de salário.
Trabalhadores e a classe média, proporcionalmente.
Não. O Congresso ainda vai debater e votar o projeto.
![PERRENGUE - FEMINICIDIO - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 1829 | CAMP 972 | PI 14807- GOV | ADOPS-PERRENGUE-1829 | pi-14608-feminicidio-825x120-1.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/07/pi-14608-feminicidio-825x120-1.gif)
![PERRENGUE - ACELERA VG - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 1843 | CAMP 977 | PI 90892 - PREF VG | ADOPS-PERRENGUE-1843 | aceleravg_825x120-3.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/08/aceleravg_825x120-3.gif)
![PERRENGUE - CRIME AMBIENTAL - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 1827 | CAMP 970 | PI 17046 - GOV | ADOPS-PERRENGUE-1827 | govmt_mt_e_tolerancia_zero_nos_crimes_ambientais_banner_825x120.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/07/govmt_mt_e_tolerancia_zero_nos_crimes_ambientais_banner_825x120.gif)




