O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou neste domingo (19) o início de um cessar-fogo entre Israel e Hamas. A trégua marca o fim, ao menos temporário, de um conflito devastador na Faixa de Gaza. Em pronunciamento oficial, Biden destacou a negociação como “uma das mais difíceis” de sua carreira. Ele também ressaltou a importância de manter o acordo no futuro.
Cessar-fogo em Gaza: Biden celebra silêncio das armas e liberação de reféns
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) January 19, 2025
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Acordo de cessar-fogo e liberação de reféns
Biden informou que o cessar-fogo começou a vigorar nesta manhã. O Hamas entregou três reféns israelenses, as primeiras libertações previstas no acordo inicial. “Hoje, as armas silenciaram em Gaza. Estamos vendo reféns sendo libertos, três mulheres israelenses que passaram 470 dias nos túneis escuros do Hamas”, afirmou Biden. Ele revelou que as reféns parecem estar em bom estado de saúde, embora ainda seja cedo para ter certeza.
O presidente explicou que representantes dos EUA, incluindo membros das administrações de Biden e Trump, participaram ativamente das negociações. “Trabalhei com relações exteriores por décadas, e esse foi um dos acordos mais difíceis”, declarou. Ele descreveu o processo como complexo e desafiador, mas essencial para a paz.
Esperança para o futuro da região
Enquanto caminhões de ajuda humanitária atravessavam a fronteira para fornecer suprimentos, muitos deslocados começaram a retornar para suas casas. Biden destacou que este cessar-fogo traz mais do que alívio imediato. Ele reforçou que o momento oferece uma oportunidade para discussões sobre a criação de um Estado Palestino.
Além disso, o presidente lembrou marcos históricos da política internacional, como o fim do conflito entre Israel e Hezbolla e a queda do regime de Bashar al-Assad. Ele enfatizou que a paz no Oriente Médio continua sendo uma prioridade global.
Os Estados Unidos, liderados por Joe Biden, mediaram as negociações com apoio do presidente eleito Donald Trump.
Três mulheres israelenses foram libertadas na primeira fase do acordo.
Deslocados começaram a retornar às suas casas, e caminhões de ajuda humanitária entraram na Faixa de Gaza com suprimentos essenciais.









