Donald Trump, em seu primeiro discurso após reassumir a presidência dos Estados Unidos nesta segunda-feira (20/1), anunciou mudanças drásticas nas políticas de diversidade e gênero. Ele garantiu que seu governo extinguirá programas de diversidade e oficializará o reconhecimento de apenas dois gêneros, masculino e feminino, como política oficial do país. As declarações, feitas durante sua posse como 47º presidente americano, ganharam amplo apoio de políticos conservadores brasileiros, especialmente aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Trump declara reconhecimento de dois gêneros e promete fim de políticas de diversidade nos EUA
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) January 20, 2025
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Trump anuncia mudanças estruturais
Trump foi direto ao anunciar que sua administração se dedicará a reformar políticas sociais e culturais. Ele declarou: “Será política oficial dos EUA que existam apenas dois gêneros: masculino e feminino”. Além disso, ele prometeu acabar com a “incorporação social da raça e do gênero” em programas governamentais. Essas ações, segundo Trump, buscam construir uma sociedade baseada no mérito, eliminando as divisões promovidas por políticas de inclusão.
Ainda em 2024, Trump já havia antecipado essas promessas durante uma conferência para jovens conservadores. Na ocasião, ele afirmou que assinaria ordens executivas para banir pessoas transgênero do Exército e das escolas públicas. Ele também declarou que proibiria procedimentos médicos relacionados à transição de gênero para menores, chamando-os de “mutilação sexual infantil”.
Reação conservadora no Brasil
As declarações de Trump ressoaram fortemente no Brasil, onde políticos conservadores celebraram seu discurso. A deputada federal Bia Kicis (PL-DF), que viajou aos Estados Unidos para acompanhar a posse, escreveu em suas redes sociais: “Fim da agenda woke, liberdade de expressão e transparência. Que discurso!”. Por sua vez, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) chamou o discurso de “revolução do senso comum”, reiterando suas críticas às políticas de inclusão de pessoas trans.
Enquanto isso, Jair Bolsonaro, que tentou autorização do STF para participar da posse, teve seu pedido negado. Apesar de sua ausência, aliados do ex-presidente enxergam nas medidas anunciadas por Trump um modelo para avançar a agenda conservadora no Brasil.
Ele declarou que os EUA reconhecerão apenas dois gêneros: masculino e feminino, além de acabar com programas de diversidade.
Bia Kicis e Nikolas Ferreira elogiaram as medidas, considerando-as um avanço contra a “agenda woke”.
O ex-presidente tentou autorização judicial para viajar aos EUA, mas seu pedido foi negado pelo STF.









