Em seu discurso de posse como 47º presidente dos Estados Unidos, Donald Trump adotou um tom firme ao declarar, nesta segunda-feira (20/1), emergência nacional na fronteira com o México. Durante a cerimônia no Capitólio, ele anunciou uma série de medidas que endurecem a política de imigração e encerram diretrizes estabelecidas na era Biden.
Trump declara emergência nacional e endurece regras na fronteira EUA-México
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) January 20, 2025
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Ações imediatas na fronteira
Trump iniciou seu mandato com decisões que visam reforçar a segurança nacional. Ele ordenou o envio de mais tropas à fronteira para garantir a integridade territorial dos Estados Unidos. Além disso, Trump acabou com a política de “captura e soltura”, que permitia a liberação de imigrantes enquanto aguardavam audiências de asilo. Ele também determinou o fechamento da fronteira para aqueles que entrarem ilegalmente.
Com a retomada da política de “permanecer no México”, solicitantes de asilo agora devem permanecer no país vizinho até suas audiências de imigração. Trump reafirmou seu compromisso com a construção de um muro na fronteira, destacando que a medida é crucial para barrar a entrada de imigrantes e combater o tráfico humano.
Emergência energética e combate ao crime organizado
Trump também assinou uma ordem executiva que estabelece uma emergência energética nacional, justificando a medida como necessária para proteger os interesses estratégicos do país. Ele foi além e classificou os cartéis de drogas como “organizações terroristas”, ampliando as ferramentas legais para combatê-los de forma mais agressiva.
Durante uma coletiva de imprensa, um porta-voz da Casa Branca defendeu as medidas, argumentando que “as políticas de fronteira do governo Biden comprometeram gravemente a segurança pública, a saúde pública e a segurança nacional”.
As ações de Trump já começam a gerar repercussão, com elogios de seus apoiadores e críticas de organizações que defendem os direitos dos imigrantes.
Ele encerrou o asilo para quem entra ilegalmente e retomou a política de “permanecer no México”.
Ele os classificou como “organizações terroristas” para ampliar os recursos de combate.
Enviou tropas adicionais, ordenou o fechamento da fronteira e avançou com a construção do muro.









