Atirador faz reféns e é morto pela polícia; Veja vídeo

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Um ataque a tiros registrado neste sábado (18/4) deixou ao menos cinco mortos e cerca de 10 feridos em Kiev. A ocorrência foi registrada no distrito de Holosiivskyi e gerou momentos de pânico entre moradores da região.

De acordo com o prefeito Vitali Klitschko, o suspeito abriu fogo contra civis e, durante a ação, manteve pessoas como reféns. Entre os feridos, está uma criança, socorrida por equipes de emergência e encaminhada a uma unidade de saúde. Outros adultos também receberam atendimento médico após serem atingidos.

Forças de segurança cercam área e encerram ataque

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, confirmou que o agressor foi morto durante a operação policial. Ele também informou que quatro reféns foram resgatados com vida durante a ação das forças de segurança.

Segundo o ministro do Interior, Ihor Klymenko, o suspeito reagiu à abordagem e chegou a atirar contra os policiais, sendo posteriormente neutralizado.

Autor foi identificado e caso segue sob investigação

A Procuradoria-Geral informou que o atirador era um homem de 58 anos, nascido em Moscou e naturalizado ucraniano. Ele foi identificado como Dmytro Vasylchenkov.

De acordo com informações da imprensa local, ele já havia morado em Bakhmut antes de se estabelecer na capital ucraniana.

Motivação do crime ainda não foi esclarecida

As autoridades seguem investigando as circunstâncias do ataque e o que teria motivado a ação. Equipes da Polícia Nacional e do serviço de segurança continuam atuando no caso.

Após o controle da situação, a área foi isolada para perícia, enquanto equipes de emergência permaneceram no local prestando assistência às vítimas e garantindo a segurança da população.

Perguntas e respostas

O que aconteceu em Kiev?

Um homem abriu fogo contra civis, deixando mortos e feridos, além de fazer reféns durante o ataque.

Quantas vítimas foram registradas?

Cinco pessoas morreram e cerca de dez ficaram feridas.

O atirador foi preso?

Não. Ele foi morto após confronto com as forças de segurança.

Karolina silva

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