Declaração impactante marcou início do julgamento nesta segunda-feira (13).
Crime que exterminou família inteira voltou a ser relembrado.
Cobrança por punição máxima foi reforçada pelos familiares.
Foi declarado pelo advogado João Darc, representante dos familiares das vítimas da maior chacina do Distrito Federal, que a legislação brasileira não seria suficiente para punir a gravidade do crime cometido. A fala foi registrada momentos antes do início do julgamento dos acusados no Tribunal do Júri de Planaltina.
HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Foi apontado que, na avaliação da defesa das famílias, não existiria no país uma pena capaz de responder de forma adequada à dimensão do crime. Foi mencionado ainda que, na visão do advogado, os envolvidos deveriam ser julgados em locais onde há previsão de pena de morte.
Foi destacado que o atual sistema jurídico não seria capaz de oferecer uma resposta considerada satisfatória para a sociedade e para os familiares das vítimas.
Caso volta a chocar após anos
Foi iniciado o julgamento dos cinco acusados mais de três anos após o crime que causou grande repercussão no Distrito Federal. O caso voltou a gerar comoção com o avanço do processo.
Os réus foram levados ao banco do júri nesta segunda-feira (13/4), marcando um novo capítulo na apuração do caso.
Crime teve extrema violência
Foi registrado que o crime foi cometido com requintes de crueldade e envolveu pessoas próximas às vítimas. Dez integrantes de uma mesma família foram assassinados.
Foi informado que a motivação estaria ligada à tentativa de tomar posse da casa onde a família vivia.
Expectativa por condenação máxima
Foi relatado que a expectativa dos familiares é de que os acusados sejam condenados com a pena máxima prevista na legislação brasileira.
A cobrança por justiça foi reforçada diante da gravidade e do impacto do caso.
Perguntas e respostas
São cinco pessoas que estão sendo julgadas no Tribunal do Júri de Planaltina, mas os nomes não foram divulgados.
O crime teria sido cometido com o objetivo de se apropriar da casa onde a família vivia.
O caso ocorreu há mais de três anos e voltou a ser julgado agora.







