A Polícia Militar prendeu um homem de 23 anos após ele agredir a companheira, de 28 anos, grávida de aproximadamente nove meses, em Peixoto de Azevedo, no norte de Mato Grosso. O crime ocorreu no bairro Bela Vista, após chamado feito ao COPOM.
Os policiais chegaram ao local, abordaram o suspeito e fizeram busca pessoal. A equipe não encontrou material ilícito, mas confirmou a denúncia e deu voz de prisão ao homem ainda durante o atendimento.
A ocorrência mobilizou equipes da PM, que encaminharam o suspeito para a Delegacia de Polícia Civil, onde o caso seguiu para investigação.
Vítima relata socos e chutes após discussão
Os militares localizaram a vítima em outro endereço. Ela apresentava marcas visíveis de agressão e relatou que o companheiro desferiu socos e chutes após uma discussão.
A mulher também informou aos policiais que sofre agressões frequentes dentro do relacionamento. O relato reforçou a gravidade do caso e acelerou os procedimentos legais adotados pela equipe.
Profissionais de segurança prestaram apoio inicial e conduziram a vítima para os encaminhamentos necessários, incluindo registro formal da denúncia.
Gravidez em fase final aumenta gravidade do caso
A vítima está grávida de cerca de nove meses, fase considerada de alta vulnerabilidade física. A agressão nessa condição amplia riscos para a mãe e também para o bebê.
As autoridades devem solicitar exames médicos, colher depoimentos e avaliar eventuais danos causados pela violência. A Polícia Civil conduz as próximas etapas da apuração.
O nome dos envolvidos não foi divulgado oficialmente para preservar a vítima e o andamento do procedimento policial.
Lei Maria da Penha prevê prisão e medidas urgentes
A Lei Maria da Penha pune agressões físicas, psicológicas, morais, sexuais e patrimoniais contra mulheres no ambiente doméstico. A polícia pode prender o agressor em flagrante, como ocorreu neste caso.
A Justiça também pode determinar afastamento do lar, proibição de contato, uso de tornozeleira eletrônica e outras medidas protetivas para resguardar a vítima.
A polícia leva o suspeito à delegacia, registra o caso e a Justiça pode aplicar medidas protetivas.
Sim. A gravidez aumenta a gravidade do caso e pode influenciar decisões judiciais.
A denúncia pode ser feita pelos telefones 190, 180 ou diretamente em uma delegacia.





