Abilio Brunini defende aliança entre PL e Pivetta e sugere vice indicado pelo partido; Veja vídeo

Perrengue Mato Grosso

O prefeito de Cuiabá manifestou apoio à união entre PL e Republicanos.

Abilio afirmou que Otaviano Pivetta seria o nome mais adequado para liderar a chapa.

A declaração foi feita durante entrevista ao PodOlhar.

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, afirmou que prefere uma composição entre o Partido Liberal (PL) e Otaviano Pivetta (Republicanos) para a disputa pelo Governo de Mato Grosso. A defesa foi feita com a sugestão de que o PL indique o candidato a vice-governador na chapa liderada pelo atual vice-governador.

Durante entrevista ao PodOlhar, Abilio declarou apoio à pré-candidatura de Pivetta e afirmou que a união entre os grupos poderia contribuir para a continuidade dos avanços de desenvolvimento registrados no Estado nos últimos anos.

Composição foi apontada como caminho eleitoral

Segundo Abilio, uma chapa formada por PL e Pivetta poderia trazer mais segurança para a administração estadual. O prefeito afirmou que qualquer nome poderia ser escolhido pelo PL para ocupar a vaga de vice e destacou que não possui preferência por um nome específico.

A possibilidade de indicação da vereadora Samantha Iris foi citada, mas Abilio afirmou que não defende a escolha da esposa nem de outra pessoa determinada.

Relação política entre líderes foi destacada

Abilio afirmou que mantém uma relação de amizade e respeito com Otaviano Pivetta e que também possui diálogo com Wellington. Segundo o prefeito, a relação institucional deve ser preservada independentemente do cenário eleitoral.

O prefeito declarou que sua atuação atual está voltada à administração de Cuiabá e à busca por investimentos para o município.

Decisão final deve ser tomada pelo PL

Mesmo defendendo a composição com Pivetta, Abilio afirmou que Wellington possui direito de buscar uma candidatura ao governo estadual. Segundo ele, o nome está bem posicionado nas pesquisas e a decisão deverá ser construída dentro do partido.

O prefeito afirmou que o PL deve seguir um processo baseado em diálogo e construção, ressaltando que sua defesa pela aliança representa uma posição pessoal dentro do debate eleitoral.

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