“Fui muito humilhada”: Malévola Alves chora após prisão no Egito e diz que polícia reteve celular; Veja vídeo

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A influenciadora brasileira Malévola Alves apareceu abalada nas redes sociais após ser presa no Egito e afirmou que as autoridades não devolveram seu celular. Em um desabafo, ela relatou ter passado por momentos difíceis durante a detenção e disse que não consegue parar de chorar.

“Eu fui muito humilhada, não paro de chorar”, declarou a influenciadora ao falar sobre a experiência com as autoridades egípcias.

Influenciadora e amiga foram detidas durante viagem

Malévola Alves e a amiga Bruna Mercatelli foram detidas na terça-feira (20), após gravarem vídeos para as redes sociais em espaços públicos do Egito. Segundo as informações divulgadas, os registros teriam apresentado comportamentos de conotação sexual e situações envolvendo pedestres que foram interpretadas pelas autoridades como assédio.

A abordagem resultou na condução das duas brasileiras a uma delegacia, onde permaneceram detidas por aproximadamente 24 horas. O caso ganhou repercussão após a divulgação de informações sobre a prisão e o relato da influenciadora sobre o tratamento recebido durante o período sob custódia.

Brasileiras foram soltas após pagamento de fiança

As duas foram liberadas na quarta-feira (21), após o pagamento de uma fiança de aproximadamente R$ 10 mil. A soltura ocorreu depois de cerca de um dia de detenção, mas, conforme o relato de Malévola, a situação ainda deixou consequências para ela.

A influenciadora afirmou que não recebeu o celular de volta. O aparelho é um instrumento importante para quem produz conteúdo para as redes sociais, mas não foram divulgados detalhes sobre o motivo da retenção nem informações sobre quando o dispositivo poderá ser devolvido.

Caso envolve três acusações no Egito

De acordo com as informações divulgadas, Malévola Alves e Bruna Mercatelli foram acusadas de três crimes: atos obscenos em público, violação dos valores familiares e assédio a transeuntes.

As acusações estão relacionadas à forma como as autoridades interpretaram os vídeos gravados pelas brasileiras em espaços públicos. A legislação e as normas sociais do Egito podem diferir das existentes no Brasil, especialmente em relação a comportamentos considerados inadequados em locais públicos.

Até o momento, as informações fornecidas não esclarecem se as acusações resultarão em novos procedimentos judiciais ou quais serão os próximos passos do caso. O desabafo de Malévola, por sua vez, trouxe a público a versão da influenciadora sobre a experiência após a detenção e a permanência do celular sob custódia das autoridades.

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