O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), usou o debate da Band para destacar obras de infraestrutura de sua gestão ao rebater Fernando Haddad (PT). Em tom enfático, Tarcísio enumerou projetos de mobilidade urbana e intervenções rodoviárias e afirmou que seu governo priorizou a execução de obras. “A gente não vive de promessa, não. A gente vive de resultado”, declarou.
Tarcísio enumera obras durante resposta a Haddad
Durante o confronto, Tarcísio concentrou sua argumentação nos investimentos realizados e nos projetos em andamento no transporte sobre trilhos.
O governador citou intervenções relacionadas às linhas 2, 4, 6, 15, 17, 20 e 22 do sistema metroferroviário paulista. Também mencionou projetos destinados a ampliar as conexões entre a capital e municípios da Região Metropolitana, como Guarulhos, Taboão da Serra e Cotia, além da região do ABC Paulista.
Ao apresentar a lista, Tarcísio buscou sustentar seu discurso eleitoral na execução de projetos e no avanço de intervenções de mobilidade.
Governador também destaca investimentos em rodovias
Além do transporte sobre trilhos, Tarcísio mencionou obras na malha rodoviária de São Paulo. Entre os projetos citados durante o debate estão intervenções nas marginais da Rodovia Castello Branco e no Rodoanel.
O governador argumentou que sua administração trabalha para acelerar projetos de infraestrutura e concluir intervenções discutidas há anos no estado.
A declaração ocorreu durante o embate direto com Haddad e colocou infraestrutura e mobilidade entre os assuntos explorados pelos candidatos na disputa pelo Governo de São Paulo.
Debate coloca entregas no centro do confronto
Ao usar a frase “a gente não vive de promessa”, Tarcísio contrapôs projetos anunciados e resultados de governo, transformando as obras de infraestrutura em argumento de campanha.
As declarações fazem parte do discurso apresentado pelo governador durante o debate. A relação de obras e os resultados mencionados por Tarcísio representam os argumentos utilizados por ele para defender sua administração diante dos adversários.



