A Cavalaria da Polícia Militar prendeu dois venezuelanos por tráfico de drogas no fim da tarde deste último domingo (17), em Nova Mutum, a 242 km de Cuiabá. A equipe recebeu denúncias sobre movimentação suspeita em uma kitnet próxima a uma praça no bairro Montreal e iniciou a abordagem no local.
Os policiais realizavam patrulhamento pela cidade quando moradores informaram a possível venda de drogas no imóvel. Após chegarem ao endereço, os militares abordaram os suspeitos e iniciaram buscas dentro da residência.
A equipe encontrou aproximadamente 150 gramas de maconha, uma balança de precisão e um caderno com anotações sobre a comercialização de entorpecentes. Os policiais apreenderam todo o material e encaminharam os suspeitos para a Delegacia Judiciária Civil.
Polícia identifica indícios de comércio ilegal de drogas
A Polícia Militar apontou que a balança de precisão e as anotações reforçaram a suspeita de tráfico. Os agentes prenderam os dois homens em flagrante e deixaram o caso sob responsabilidade da Polícia Civil.
A Delegacia Judiciária Civil vai investigar a origem da droga, possíveis conexões criminosas e a atuação dos suspeitos em Nova Mutum. As autoridades ainda não divulgaram oficialmente os nomes dos presos.
O artigo 33 da Lei nº 11.343/2006, conhecida como Lei de Drogas, define o tráfico de entorpecentes como crime. A legislação prevê pena de cinco a 15 anos de prisão, além de multa, para condenados pelo crime.
Denúncias anônimas ajudam no combate ao tráfico em Mato Grosso
A Polícia Militar reforçou a importância das denúncias anônimas no enfrentamento ao tráfico de drogas em Mato Grosso. As informações da população ajudam as forças de segurança a localizar pontos de venda de entorpecentes e identificar suspeitos.
A população pode denunciar atividades criminosas pelos telefones 190, da Polícia Militar, e 197, da Polícia Civil. Os órgãos de segurança garantem sigilo total das informações e anonimato aos denunciantes.
A venda, armazenamento, transporte ou distribuição de entorpecentes configura tráfico.
A lei prevê prisão de cinco a 15 anos, além de multa.
A população pode denunciar pelos telefones 190 e 197, com sigilo garantido.





