Um grave acidente registrado na madrugada deste domingo (23) deixou um casal morto na Rodovia Palmiro Paes de Barros (MT-456), em Cuiabá. As primeiras informações apontam que o motociclista Ageu Mendes Ferreira, de 29 anos, seguia com uma mulher ainda não identificada em direção à Capital quando perdeu o controle da Honda XRE 300 e atingiu um poste de iluminação localizado no canteiro central, no km 6 da via. O impacto foi tão forte que ambos morreram ainda no local, antes da chegada do socorro.
Dinâmica do acidente segue sob análise da polícia
A Deletran recebeu o chamado às 00h22, enviou a equipe ao trecho e encontrou o casal caído ao lado da motocicleta, sem qualquer marca de frenagem no asfalto. Os policiais levantam a hipótese de que o condutor perdeu a consciência antes do impacto e agora analisam o poste, a posição da moto, a distância percorrida e as condições da pista para verificar se velocidade, falha mecânica, pouca visibilidade ou outro fator contribuíram para o acidente.
Trecho parcialmente interditado e perícia detalhada
Equipes da Perícia Oficial interditaram parcialmente a rodovia, coletaram vestígios, mediram o trajeto e registraram imagens para reconstituir o acidente. O trecho tem cerca de 800 metros em linha reta, com iluminação e sinalização, mas especialistas afirmam que colisões contra postes continuam letais para motociclistas porque o corpo recebe o impacto direto. Após o trabalho pericial, a polícia liberou a via e o trânsito voltou ao normal.
Segurança no trânsito e desafios da Palmiro Paes de Barros
A Palmiro Paes de Barros liga Cuiabá a Santo Antônio de Leverger e recebe motoristas que circulam diariamente para trabalhar, estudar ou fazer entregas. Moradores relatam acidentes frequentes, principalmente de madrugada e nos fins de semana, quando o trânsito diminui e a velocidade aumenta. O caso reacende debates sobre campanhas educativas, fiscalização noturna, manutenção da via, iluminação adequada e atenção redobrada, já que motociclistas seguem entre as principais vítimas fatais nas rodovias brasileiras.
Perguntas frequentes:
Ainda não. A investigação avalia hipóteses e aguarda laudos periciais.
Não. Quando a equipe chegou, o casal já estava sem vida.
Não. O trecho foi liberado após o trabalho da perícia.








