Vídeo mostra policial fardado cantando ao lado de grupo de pagode em bar de Cuiabá; veja vídeo

Vovô de Olho Vídeo principal 29s

Um policial militar de Mato Grosso apareceu cantando em um pagode realizado no Bar do Manoel, no bairro CPA III, Setor 4, em Cuiabá, neste último domingo (24). O agente, ainda não identificado, subiu ao palco ao lado do Grupo Puro Prazer e interpretou um trecho da música “Temporal”, do grupo Art Popular. O vídeo ganhou repercussão nas redes sociais.

As imagens mostram o militar fardado segurando o microfone e cantando o refrão da música diante do público. Logo depois, ele entregou o microfone ao vocalista, desceu do palco e caminhou em meio à multidão. O bar recebeu grande público durante o evento e também apresentou show do grupo de pagode Kareca.

A Polícia Militar ainda não informou a identidade do agente, a patente dele ou se o policial trabalhava no momento da apresentação. A corporação também não confirmou abertura de procedimento interno para apurar a conduta mostrada no vídeo.

Uso da farda em ambiente de lazer pode motivar investigação interna

O Regulamento Disciplinar da Polícia Militar determina que policiais mantenham comportamento compatível com a função exercida. A Corregedoria da PM pode analisar o caso para verificar possível infração administrativa relacionada ao uso da farda em ambiente de entretenimento.

Especialistas em segurança pública afirmam que a legislação militar exige cautela na exposição pública de agentes fardados. Caso a corporação confirme que o policial estava em serviço, a investigação poderá avançar para análise disciplinar mais rigorosa.

O vídeo não mostra qualquer ocorrência de violência, ameaça ou abuso de autoridade. Mesmo assim, a gravação provocou debates nas redes sociais. Parte dos internautas elogiou a descontração do policial. Outros criticaram a utilização da farda durante o evento.

Redes sociais dividem opiniões após divulgação do vídeo

Moradores de Cuiabá compartilharam o vídeo em páginas locais e grupos de mensagens. Muitos usuários classificaram a cena como espontânea. Outros cobraram posicionamento oficial da Polícia Militar de Mato Grosso.

Mhylenna

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