Uma força-tarefa policial prendeu o foragido Jackson Chaves de Souza na tarde de sábado (16) durante ação na Ponte da Amizade. As equipes montaram a operação após troca de dados de inteligência e localizaram o suspeito na ligação entre Assis Brasil, no Brasil, e Iñapari, no Peru. Os agentes realizaram a abordagem, confirmaram a identidade e efetuaram a prisão.

Policia Civil do Acre, com apoio da Polícia Federal e da Polícia Nacional do Peru, prende liderança criminosa na fronteira em Assis Brasil. Fotos: assessoria/ PCAC
Monitoramento levou à localização
A Polícia Civil do Acre rastreou movimentações do foragido e compartilhou informações com a Polícia Federal e a Polícia Nacional do Peru. Na sexta-feira (15), policiais peruanos já haviam detido o homem em Porto Maldonado por uso de documentos falsos. A apuração também reúne indícios de delitos na região de Madre de Dios. Com a validação dos dados, as corporações alinharam procedimentos e concluíram a captura na fronteira.
Ação coordenada e rápida
O Departamento de Polícia da Capital e Interior coordenou a ofensiva e mobilizou a Coordenadoria de Recursos Especiais para garantir segurança e agilidade. As equipes cruzaram registros, checaram rotas e atuaram de forma sincronizada. O delegado-geral José Henrique Maciel destacou que a cooperação internacional encurtou o tempo de resposta e aumentou a precisão das diligências.
Impacto no combate ao crime
No Brasil, o preso responde a processos por tráfico de drogas, homicídios e corrupção de menores. A polícia afirma que ele estava foragido desde 2021 e figurava entre alvos prioritários. Com a prisão, as autoridades buscam enfraquecer a atuação de grupos criminosos na faixa de fronteira e ampliar o monitoramento de outros foragidos.
A Polícia Civil reforça que a integração com países vizinhos continua e que informações da população podem contribuir com investigações.
Perguntas e respostas
Onde a polícia prendeu o foragido?
Na Ponte da Amizade, entre Assis Brasil e Iñapari.
Quais forças participaram?
Polícia Civil do Acre, Polícia Federal e Polícia Nacional do Peru.
Por que a cooperação foi decisiva?
Ela permitiu troca rápida de dados e uma abordagem segura









