Wilson Santos critica oitiva reservada de ex-secretária da Saúde: “Penso que ela errou”; veja vídeo

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O deputado estadual Wilson Santos comentou a decisão da ex-secretária adjunta de Saúde de Mato Grosso Carolina Dobes de prestar depoimento de forma reservada e afirmou que, na avaliação dele, não havia necessidade de impedir o acompanhamento público da oitiva.

Segundo Wilson, Carolina respondeu aos questionamentos apresentados, mas não trouxe fatos novos que justificassem a realização do depoimento sem acesso da imprensa.

“Olha, eu penso que ela errou. Ela errou porque ela não trouxe fato novo nenhum”, afirmou o parlamentar.

A ex-secretária adjunta respondeu a cerca de 70 questionamentos durante a oitiva, conforme relatado pelo deputado.

Deputado questiona necessidade de sigilo

Wilson argumentou que as respostas poderiam ter sido apresentadas publicamente, sem prejuízo ao andamento dos trabalhos.

“Ela podia tranquilamente ter respondido todas as 70 questões abertas”, declarou.

O parlamentar não detalhou, na manifestação fornecida, quais assuntos foram abordados durante as perguntas nem informou se alguma resposta permanecerá sob sigilo.

Também não foram apresentados detalhes sobre a justificativa utilizada por Carolina Dobes para solicitar que o depoimento ocorresse de maneira reservada.

Próxima oitiva poderá ser acompanhada pela imprensa

Após comentar o depoimento da ex-secretária adjunta, Wilson Santos informou que a próxima oitiva deverá envolver um ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres.

De acordo com o deputado, existe a intenção de permitir que jornalistas acompanhem o depoimento, desde que o convocado concorde com a abertura.

“Nós vamos abrir agora o ex-diretor. O Nair, se ele permitir, nós vamos abrir para a imprensa acompanhar o depoimento do ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres”, explicou.

A decisão sobre a publicidade da oitiva, portanto, ainda dependerá da manifestação do depoente.

Wilson defende maior publicidade nos depoimentos

A declaração do deputado indica uma defesa pela realização pública das oitivas sempre que não houver informações que exijam tratamento reservado.

No caso de Carolina Dobes, Wilson sustentou que o conteúdo apresentado não trouxe elementos novos que, em sua avaliação, justificassem a restrição.

A fala ocorre durante a sequência de depoimentos relacionados à Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT).

Com a previsão de ouvir o ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres, os trabalhos seguem para uma nova etapa. Caso o depoente autorize, a imprensa poderá acompanhar a próxima oitiva.

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