Na tarde desta última quarta-feira (22), às 16h34, a Polícia Militar prendeu um homem com mandado de prisão em aberto em Cuiabá. O sistema de reconhecimento facial Vigia Mais identificou o suspeito na Rua Pernambuco, região central da capital. A ação confirmou o avanço da tecnologia no apoio ao policiamento.
O sistema detectou o homem nas proximidades da loja O Boticário e, em seguida, as câmeras flagraram sua entrada na loja Studio Z. A central repassou a movimentação às equipes em serviço. Policiais do 3º Batalhão seguiram imediatamente para o local indicado.
A guarnição da VTR 2C95 – Base Vitória realizou a abordagem sob comando do 2º sargento Ribeiro Leite, com apoio do 3º sargento Ávila Costa e do soldado Ourives. Os militares consultaram os sistemas oficiais e confirmaram o mandado de prisão em aberto contra Edvaldo Bomdespacho da Silva, 54 anos.
Justiça de MT expediu ordem de prisão
A Segunda Vara Criminal de Cuiabá, vinculada ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), expediu o mandado. O documento aponta regressão cautelar relacionada ao artigo 157 do Código Penal, que tipifica o crime de roubo.
Os registros oficiais mostram que Edvaldo ainda precisa cumprir 9 anos, 1 mês e 23 dias de pena, em regime fechado. A Justiça aplica regressão cautelar quando o condenado descumpre regras judiciais ou pratica nova infração durante benefício penal.
Após a confirmação, os policiais deram voz de prisão ao suspeito e o conduziram ao antigo CISC Planalto. No local, a equipe registrou o boletim de ocorrência e formalizou os procedimentos iniciais.
Polinter recebeu o preso
Na sequência, os agentes encaminharam o detido à Delegacia de Polícia Judiciária Civil (Polinter), setor que cumpre mandados judiciais e conduz providências legais envolvendo foragidos.
A Polícia Militar não registrou resistência durante a prisão. As autoridades também não divulgaram novos detalhes sobre o processo criminal ligado ao mandado.
O sistema compara imagens captadas por câmeras com bancos de dados autorizados pelas autoridades.
A polícia pode localizar, abordar e encaminhar a pessoa para cumprimento da ordem judicial.
O artigo trata do crime de roubo, com pena que varia conforme agravantes do caso.




