Uma mãe denunciou uma situação de racismo envolvendo a filha, uma criança autista, em uma praça de alimentação de um shopping. Segundo o relato publicado pela mulher, a menina foi chamada de “pretinha” por uma cliente durante o episódio.
A mãe afirmou que a situação provocou dor, constrangimento e revolta. Em uma nota de repúdio, ela destacou que a filha é uma criança e deve ser tratada com respeito e dignidade.
“Ser negra não é ofensa. Ser autista não é ofensa. O preconceito é que é inaceitável”, declarou.
De acordo com o relato, a família decidiu denunciar o caso e buscar a atuação das autoridades.
Mãe afirma que não vai se calar
Na manifestação, a mulher rejeitou a possibilidade de tratar o episódio como uma simples brincadeira. Para ela, a situação representou uma forma de violência que não deve ser minimizada ou naturalizada.
A mãe também afirmou que palavras podem causar sofrimento e que situações de preconceito deixam marcas nas pessoas atingidas.
Ela reforçou ainda que pretende continuar se posicionando não apenas pela filha, mas também por outras crianças e famílias que enfrentam situações semelhantes.
Acusada teria sido presa em flagrante
Segundo a mãe, a situação teve encaminhamento pelas autoridades e a mulher apontada como responsável pela fala foi presa em flagrante.
A publicação destacou a importância da denúncia e da procura pelas autoridades diante de situações de racismo.
A mãe afirmou que o desfecho demonstra a importância de não permanecer em silêncio diante de episódios de preconceito.
O relato, porém, não apresenta detalhes sobre a identificação da acusada, a autoridade responsável pela prisão ou eventual andamento do caso.
Família reforça mensagem contra preconceito
Na nota, a mãe afirmou que pretende ensinar a filha a reconhecer seu próprio valor, sua história e seus direitos.
Ela também ressaltou que a criança não deve aprender a abaixar a cabeça diante do preconceito.
Ao finalizar a manifestação, a mulher reforçou que o caso deve servir de alerta para outras famílias e defendeu que situações de racismo sejam denunciadas.
A mensagem publicada termina com um apelo contra a normalização do preconceito e em defesa do respeito e da dignidade.
O caso permanece baseado no relato divulgado pela mãe, que afirmou ter buscado as autoridades após o episódio ocorrido no shopping.
![PERRENGUE - PRESTAÇÃO DE CONTAS - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 3027 | CAMP 1042 | PI 91370 | ADOPS-PERRENGUE-3027 | 820x120-roo.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/09/820x120-roo.gif)
![PERRENGUE - CRIME AMBIENTAL - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 2938 | CAMP 1018 | PI 17408 - GOV | ADOPS-PERRENGUE-2938 | govmt_mt_e_tolerancia_zero_nos_crimes_ambientais_banner_825x120-1-1.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/09/govmt_mt_e_tolerancia_zero_nos_crimes_ambientais_banner_825x120-1-1.gif)
![PERRENGUE - FEMINICIDIO - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 3005 | CAMP 1025 | PI 41985- GOV | ADOPS-PERRENGUE-3005 | enfrentamento_ao_feminicidio_e_a_violAancia_domestica_825X120.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/09/enfrentamento_ao_feminicidio_e_a_violAancia_domestica_825X120.gif)



