Estudante de medicina invade casa com carro e mata homem prensado; Veja vídeo

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Uma casa foi invadida por um carro após o portão ser destruído durante uma sequência de colisões.

Um homem de 68 anos foi atropelado, ficou prensado entre o veículo e uma parede, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Uma estudante de medicina, de 29 anos, passou a ser apontada como suspeita do crime, registrado na tarde desta quarta-feira (1º/7), na região central de Porto Velho (RO).

A vítima foi identificada como Odair Bustolin, de 68 anos. Após o atropelamento, atendimento médico foi prestado, mas a morte foi confirmada horas depois, no hospital.

Comportamento alterado chamou atenção

Segundo relatos apresentados por testemunhas à Polícia Civil de Rondônia, uma batida contra o portão de entrada do condomínio teria sido provocada antes do crime. A movimentação passou a ser observada por diversos moradores.

Ainda conforme os relatos, comportamento considerado excessivamente alterado teria sido apresentado pela estudante de medicina, de 29 anos. A afirmação de que todos seriam mortos também teria sido feita durante o episódio, conforme informado às autoridades.

Portão foi destruído e casa acabou invadida

Após o primeiro tumulto, garrafas passaram a ser arremessadas em direção à residência da vítima. Na sequência, um carro foi utilizado para o retorno ao local.

O portão da casa de Odair foi atingido por duas vezes. A estrutura de ferro acabou destruída e o imóvel foi invadido pelo veículo. Durante a ação, Odair foi prensado entre o carro e uma parede após ser atingido.

Depois do atropelamento, fuga foi realizada pela suspeita. A vítima foi socorrida, transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e intubada. Apesar dos procedimentos médicos, a morte foi confirmada em decorrência dos ferimentos.

Áudios teriam sido enviados após o crime

Após o atropelamento, mensagens de áudio teriam sido enviadas pela suspeita a amigos. Nas gravações, a confirmação de que ameaças haviam sido feitas contra pessoas que a chamaram de louca teria sido registrada, conforme as informações apresentadas sobre o caso.

O caso passou a ser investigado pelas autoridades competentes.

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