Suspeito de estupro coletivo passa a ser considerado foragido no Brasil; Veja vídeo

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Um homem de 24 anos é procurado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Mandados de prisão e de busca foram cumpridos nesta quinta-feira (9/7).

O investigado não foi localizado e passou a ser considerado foragido da Justiça.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro realiza buscas por Gabriel de Oliveira Palmieri, de 24 anos, investigado por participação em um estupro coletivo registrado em agosto de 2023, no bairro de Botafogo, na zona sul da capital. Durante uma operação realizada nesta quinta-feira (9/7), agentes da 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana) cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão, mas o suspeito não foi encontrado.

Segundo a Polícia Civil, equipes estiveram em endereços relacionados ao investigado nos bairros do Catumbi e de Botafogo. Além da prisão, a Justiça autorizou a apreensão de celulares e outros dispositivos eletrônicos que possam auxiliar na produção de provas.

Investigação aponta participação de três envolvidos

De acordo com a investigação, Gabriel é apontado como participante do crime ao lado de dois adolescentes, que também são investigados pelos fatos ocorridos em agosto de 2023.

Os policiais ainda apuram a possível participação do grupo em outro estupro coletivo, registrado em janeiro deste ano, no bairro de Copacabana.

Vítima teria sido atraída para o local

Conforme a investigação, a vítima foi atraída para um apartamento localizado na Rua São Clemente, em Botafogo, sob o pretexto de um encontro.

Segundo os depoimentos reunidos pelos investigadores, ao chegar ao imóvel, ela teria sido coagida a permitir a entrada dos outros dois investigados. A Polícia Civil também afirma que a jovem teria sofrido violência sexual por cerca de uma hora e meia, além de agressões físicas. Ainda conforme a apuração, imagens do crime teriam sido gravadas e divulgadas para constranger a vítima.

Caso segue sob investigação

Os outros dois investigados já respondem judicialmente pelo caso. Um deles foi preso em março deste ano e optou por permanecer em silêncio durante o interrogatório.

O adolescente também exerceu o direito de não responder às perguntas da polícia. As investigações continuam, enquanto o suspeito permanece sendo procurado pelas autoridades.

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