O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a fazer declarações contundentes sobre o programa nuclear iraniano. Nesta terça-feira (16), ele afirmou que o acordo provisório firmado entre Washington e Teerã estabelece de forma clara que o Irã não poderá desenvolver armas nucleares.
A declaração ocorreu durante a cúpula do G7, antes de um encontro com o emir do Catar, Sheikh Tamim bin Hamad Al Thani. Na ocasião, Trump também comentou os próximos passos das negociações entre os dois países.
Presidente reforça exigência dos EUA
Ao falar com jornalistas, Trump afirmou que a principal preocupação de seu governo continua sendo impedir o avanço do programa nuclear iraniano.
Segundo ele, essa condição está expressamente prevista no memorando de entendimento firmado entre os dois países.
“A única coisa que realmente importa para mim é que o Irã jamais terá uma arma nuclear”, declarou o presidente norte-americano.
Declaração dura chama atenção
Além de reafirmar a posição dos Estados Unidos, Trump também fez um alerta direto ao governo iraniano.
O presidente afirmou que graves consequências poderão ocorrer caso haja uma tentativa de obtenção de armamento nuclear por parte de Teerã.
A declaração foi dada enquanto as negociações entre os dois países avançam para uma nova etapa considerada decisiva.
Reunião na Suíça deve definir próximos passos
Representantes dos Estados Unidos e do Irã devem se reunir na Suíça no dia 19 de junho para iniciar negociações técnicas mais detalhadas.
A expectativa é que as conversas se estendam por um período de até 60 dias e envolvam temas sensíveis para ambas as partes.
Entre os assuntos previstos estão o futuro das reservas de urânio altamente enriquecido mantidas pelo Irã e a discussão sobre possíveis flexibilizações das sanções econômicas aplicadas pelos Estados Unidos.
Embora o memorando citado por Trump ainda não tenha sido divulgado publicamente, o acordo é visto como uma tentativa de reduzir tensões e estabelecer novos parâmetros para o relacionamento entre os dois países. O resultado das negociações poderá influenciar diretamente o cenário político e de segurança no Oriente Médio nos próximos meses.








