O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar publicamente pela divulgação dos depoimentos prestados ao grande júri que investiga o caso de Jeffrey Epstein e sua ex-parceira, Ghislaine Maxwell. Em publicação feita nesta segunda-feira (29), Trump afirmou que o público tem o direito de saber quem participou do suposto esquema de tráfico sexual comandado por Epstein.

“Soltem os nomes!”, exige Trump
No comunicado divulgado em sua rede social, Truth Social, Trump declarou: “Queremos a verdade. Divulguem tudo! Soltem os nomes, soltem os depoimentos”, sugerindo que há uma tentativa de proteger figuras poderosas envolvidas com Epstein. Ele ainda insinuou que, caso estivesse na presidência, os documentos já estariam públicos.
Interesse político e tentativa de desvio?
A pressão do presidente ocorre num momento em que ele enfrenta diversos processos judiciais — incluindo investigações federais e estaduais. Críticos avaliam que Trump usa o caso Epstein para desviar o foco da sua situação legal e mobilizar sua base com discurso anticorrupção e antiestablishment.
Documentos ainda sob sigilo
Até o momento, os depoimentos do grande júri seguem sob sigilo, protegidos por leis federais dos Estados Unidos que limitam sua liberação. No entanto, cresce a pressão pública e política para que nomes associados ao escândalo venham a público, especialmente após a condenação de Ghislaine Maxwell por crimes ligados ao aliciamento de menores.
Um escândalo que não desaparece
Mesmo após a morte de Epstein, em 2019, e a condenação de Maxwell, o caso continua provocando debates sobre impunidade e privilégio de elites. Documentos paralelos já mencionaram políticos, celebridades e empresários, o que alimentou teorias e intensificou os pedidos por responsabilização ampla.
Perguntas e respostas
Não oficialmente, mas já foi citado como conhecido de Epstein.
Sim, mas apenas por decisão judicial, o que ainda está em análise.
Sim, cumpre pena por tráfico sexual de menores nos EUA.






