A Polícia Militar prendeu, nesta último segunda-feira (4), um homem suspeito de participar de um ataque a tiros em Nova Mutum (MT). A equipe localizou o suspeito em um hotel após receber denúncia anônima. O crime matou Ademilson Wilke de Lima, 32 anos, e deixou outra vítima em estado grave.
Equipes atenderam a ocorrência no domingo (3), no bairro Jardim Montreal. Policiais encontraram duas vítimas baleadas dentro de uma quitinete. Ademilson já não apresentava sinais vitais. Uma mulher sofreu ferimento na mão e buscou atendimento por conta própria.
A PM encaminhou o suspeito à Delegacia de Polícia Civil. A prisão encerrou a primeira fase das buscas. Investigadores continuam o trabalho para identificar outros envolvidos e esclarecer a motivação.
Bombeiros descrevem cenário e socorrem vítima em estado crítico
O Corpo de Bombeiros encontrou a porta trancada e identificou marcas de sangue no imóvel. Os militares localizaram uma vítima logo na entrada, já morta, com múltiplos ferimentos por arma de fogo.
Durante a varredura, a equipe encontrou um segundo homem nos fundos da residência, ainda com vida. Os socorristas encaminharam a vítima ao hospital em estado grave.
O médico Whesley Carlos confirmou a gravidade do quadro. A equipe médica realizou cirurgia de alta complexidade e mantém o paciente entubado, com suporte intensivo.
Suspeito apresenta nova versão e Polícia Civil amplia investigação
A Polícia Militar registrou inicialmente a ocorrência como invasão praticada por dois homens encapuzados. Essa versão indicava execução e possível tentativa de sequestro. Após a prisão, o suspeito apresentou outra narrativa.
Ele afirmou que as vítimas invadiram sua residência por suspeita de ligação com organização criminosa. Segundo o relato, ele entrou em luta corporal e efetuou disparos durante o confronto.
A Polícia Civil analisa as contradições e investiga a possibilidade de conflito entre facções criminosas. Peritos, testemunhas e provas técnicas devem esclarecer a dinâmica do crime.
A Justiça pode condenar por homicídio simples ou qualificado. As penas variam de 6 a 30 anos, dependendo das circunstâncias.
Basta ligar para o 181 ou 190. Não é necessário se identificar, e o sigilo é garantido.
A lei define como grupo estruturado com divisão de tarefas para cometer crimes. A participação já configura crime específico.
![PERRENGUE - FEMINICIDIO - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 1829 | CAMP 972 | PI 14807- GOV | ADOPS-PERRENGUE-1829 | pi-14608-feminicidio-825x120-1.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/07/pi-14608-feminicidio-825x120-1.gif)
![PERRENGUE - ACELERA VG - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 1843 | CAMP 977 | PI 90892 - PREF VG | ADOPS-PERRENGUE-1843 | aceleravg_825x120-3.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/08/aceleravg_825x120-3.gif)
![PERRENGUE - CRIME AMBIENTAL - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 1827 | CAMP 970 | PI 17046 - GOV | ADOPS-PERRENGUE-1827 | govmt_mt_e_tolerancia_zero_nos_crimes_ambientais_banner_825x120.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/07/govmt_mt_e_tolerancia_zero_nos_crimes_ambientais_banner_825x120.gif)



